quinta-feira, 3 de setembro de 2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

Edições Cosmos ( 1937 – 2015 ) A Biblioteca Cosmos, criada em 1941 sob a direcção de Bento Jesus Caraça, é um marco da história da cultura em Portugal do século XX. Bento Jesus Caraça procura com a Biblioteca Cosmos promover a divulgação cultural e a formação e das massas populares e estimular entre os jovens um conjunto de interesses que o Estado recusava. Como o próprio refere, o objectivo da colecção é prestar “reais serviços aos seus leitores e, através deles, a uma causa pela qual lutamos há muitos anos: – a criação de uma mentalidade livre e de tonalidade científica entre os cidadãos portugueses.» (CARAÇA, 1947).Ao apresentar a colecção, no momento em que a Biblioteca Cosmos abre as portas, Caraça escreve “…A que vem a Biblioteca Cosmos?”…Quando acabar a tarefa dos homens que descem das nuvens a despejar explosivos, começará outra tarefa – a dos homens que pacientemente, conscientemente, procurarão organizar-se de tal modo que não seja mais possível a obra destruidora daqueles. Então, com o estabelecimento de novas relações e de novas estruturas, o homem achar-se-á no centro da sociedade, numa posição diferente, com outros direitos, outras responsabilidades. É toda uma vida nova a construir dominada por um humanismo novo. Há, em suma, que dar ao homem uma visão optimista de si próprio; o homem desiludido e pessimista é um ser inerte sujeito a todas as renúncias, a todas as derrotas – e derrotas só existem aquelas que se aceitam. Quando acima falamos num humanismo novo, entendemos como um dos seus constituintes essenciais este elemento de valorização – que o homem, sentindo que a cultura é de todos participe, por ela, no conjunto de valores colectivos que há-de levar à criação da Cidade Nova. A Biblioteca Cosmos pretende ser uma pequena pedra desse edifício luminoso que está por construir…” A Biblioteca Cosmos publicou 114 títulos, algumas compostas por mais de um volume, sobre os mais diversos ramos do saber. A colecção era composta por sete secções: 1ª Secção – Ciências e Técnicas; 2ª Secção – Artes e Letras; 3ª Secção – Filosofia e Religiões; 4ª Secção – Povos e Civilizações; 5ª Secção – Biografias; 6ª Secção – Epopeias Humanas; e 7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo. Hoje como ontem, a mesma responsabilidade...

quarta-feira, 25 de março de 2015

segunda-feira, 9 de março de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

Todos os tempos são os tempos certos para as obras sobre geopolítica, sobretudo africana. Todos os tempos são os tempos certos para se falar sobre os problemas das doenças endémicas em África. Mas não há tempo mais certo que o de agora, para se ler, pensar, analisar, discutir e aprofundar as complexas e labirínticas interações e interdependências entre a geopolítica e a medicina. Em África, as medicinas, quando existem, surgem com inúmeras máscaras, nas suas vertentes de medicina clássica ou tradicional, colonial ou neocolonial, maioritariamente importadas pela dependência das ajudas internacionais… Mas em África, por outro lado, existe sobretudo a outra realidade, não das medicinas, mas da falta delas. E essa é a razão de ser desta obra: geopolítica não da saúde, representada pela medicina, mas da doença, representada pela falta dessa medicina. E se a maioria das doenças africanas são também doenças tropicais, partilhadas com outros países e zonas do mundo fora de África, vamos encontrar os índices de morbilidade e mortalidade completamente desequilibrados para o lado do continente africano, sobretudo ao sul do Sahara. As determinantes antropológicas, sociológicas e políticas são, neste caso, um factor primordial deste balanço negativo. A história colonial, os baixos níveis de desenvolvimento, as fracturas entre o urbano e o rural, as estratégias políticas e sociais levaram a um estado permanente, nalguns casos, cíclico, noutros, de ruptura e descontrolo das estruturas ligadas à saúde e à doença, de fácil aproveitamento pelas estruturas do poder. Este é o tempo certo para esta obra da Professora Alexandrina Batalha. O actual surto de doença por vírus ébola é o exemplo máximo dos riscos das doenças endémicas para os países africanos, e pandémicas para as restantes zonas do globo. É o exemplo certo da incapacidade dos países africanos afectados para controlarem uma doença extremamente contagiosa (sobretudo quando associada a padrões culturais e religiosos das populações) e com alta mortalidade. É o exemplo certo da forma de olhar para África por parte dos países do Norte, de cima para baixo, mas, subitamente, com receio. E, nesta doença endémica com risco de se tornar pandémica, as determinantes geopolíticas, muitas vezes subliminares e mascaradas de componentes altruístas, surgem agora límpidas e claras: a ajuda externa para controlar a epidemia não é um movimento humanista, mas uma atitude egoísta e de autoproteção. Controlemos a epidemia, e evitamos os problemas sociais nos nossos próprios países. Geopolítica e endemias africanas no seu mais recente, e perigoso momento.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

CONVITE

sábado, 10 de agosto de 2013

O Campo da Trava...no termo de Santarém, novo livro de Alice Lázaro, que nos retrata a bord'agua na aldeia de Vale de Cavalos - Chamusca, em tempos recuados, para que a memória não se perca..

"Na lezíria o campo da Trava é um sítio no termo de Santarém há séculos demarcado e identificado enquanto tal. Testemunha-o o significativo acervo de documentos na base deste estudo, que remetem o leitor a um passado longínquo, ao mesmo tempo que recupera e actualiza uma história local, complexa e interessante a vários títulos. A percepção desta realidade, que descreve bem a idiossincrasia da borda d'água em oposição à da charneca, motivou a sua abordagem em separado, embora uma e outra andem unidas em mais de um aspecto e ambas integrem a freguesia de Vale de Cavalos, no concelho da Chamusca, desde meados do século XIX.
A Cumeada dos Montes, de autoria de Raul Zagalo e editada pelas Edições Cosmos, vai ser levada à cena pela Companhia de Teatro do Barreiro, já no próximo dia 5 de Outubro .

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O Passado em exibição



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Em breve vamos estar em www.edicoescosmos.pt 
Um novo site, com livraria on-line.
O nosso novo e-mail já está a funcionar
geral@edicoescosmos.pt

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

NOVIDADE - D. MARIA PIA DESTINO CRUZADO

D. MARIA PIA - DESTINO CRUZADO de Agostinho Inácio Bucha
D. Maria Pia foi uma cidadã dos séculos XIX-XX que como rainha, esposa, mãe, avó e familiar aprendeu a ultrapassar as adversidades da vida, tendo sempre presente que estava ao serviço do seu país.
Foi amada pelo povo, usada pelos republicanos e tolerada pela nobreza, tendo sabido estar atenta aos problemas e participar de forma indirecta na vida em sociedade.
PVP - €12,50

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Rua das magnólias


domingo, 13 de novembro de 2011

Rua das Magnólias


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

18 de Novembro - Coimbra


A Rua das Magnólias


Lançamento 5 de Novembro, em Santarém


Constituição de Anderson 1723


sábado, 27 de agosto de 2011

A entrada de estrangeirismos na Lingua Portuguesa


A Formação de Professores


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A Formação de Professores


Em 2ª. edição o livro A Formação de Professores - Contributos para uma mudança de práticas de autoria de Madalena Teixeira (cood. e org.) Isabel Rondoni (cord. e org.) Cristina Assis, Alice Alcobia, Elisabete Neves, Rosária Correia e Risoleta Montez.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A Constituição de Anderson - 1723

sexta-feira, 22 de julho de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

CONVITE - LANÇAMENTO



LANÇAMENTO DO LIVRO "O HOMEM E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL: O TURISMO DE NATUREZA E A SUSTENTABILIDADE" DE SUSANA MENDES, A REALIZAR NA CASA DO BRASIL DE SANTARÉM NO PRÓXIMO SÁBADO, 21 DE MAIO DE 2011, PELAS 15:30h

sábado, 7 de maio de 2011

Apresentação do livro "Antiguidades: Crenças e Escola de Mistérios, no Ateneu Cartaxense

Apresentação do livro
"Antiguidades: Crenças e Escola de Mistérios", no Ateneu Cartaxense.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Um currículo de currículos



A Colecção UIIPS da Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém, em parceria com a Editora Cosmos, tem como objectivo dar a conhecer à comunidade académica e científica projectos de índole científico, compilações, estudos e investigações que contribuam para a reflexão científica e, acima de tudo, para a sua aplicabilidade nos diversos contextos profissionais.
A Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém pretende, com esta iniciativa, divulgar o trabalho científico dos docentes do Instituto Politécnico de Santarém e dos seus parceiros, esperando desta forma divulgar junto da comunidade científica um dos seus eixos prioritários de intervenção.

UM CURRÍCULO DE CURRÍCULOS



A Colecção UIIPS da Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém, em parceria com a Editora Cosmos, tem como objectivo dar a conhecer à comunidade académica e científica projectos de índole científico, compilações, estudos e investigações que contribuam para a reflexão científica e, acima de tudo, para a sua aplicabilidade nos diversos contextos profissionais.
A Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém pretende, com esta iniciativa, divulgar o trabalho científico dos docentes do Instituto Politécnico de Santarém e dos seus parceiros, esperando desta forma divulgar junto da comunidade científica um dos seus eixos prioritários de intervenção.

terça-feira, 22 de março de 2011

Lançamento do livro"CULTURA POPULAR DE ALMEIRIM"


Lançamento do livro"CULTURA POPULAR DE ALMEIRIM"

CONVITE - Sábado 26 de Março às 15,30 horas, Biblioteca Municipal de Almeirim

segunda-feira, 21 de março de 2011

Lançamento do livro "A Reforma do Palhaço"
















Em breve em todas as livrarias do país

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CONVITE - A Aurora dos Tempos Modernos - Dinossauros


ANTIGUIDADES - CRENÇAS E ESCOLA DE MISTÉRIOS


O Homem, desde o início da sua existência de mais de duzentos mil anos, sempre se colocou um conjunto de questões, basicamente as mesmas: quem sou, donde venho, para onde vou. Mas o método de procurar as respostas, e mesmo estas, variaram com os tempos.
Infelizmente pouco conhecemos do Homem antes da sedentarização e da escrita, cerca de oito mil anos atrás, embora muito possamos intuir. Pelo que é essencial, às respostas de hoje, que olhemos para o nosso passado de humanidade, tentando compreender o como e o porquê.
Parece evidente que a inclinação transcendental do Homem é bastante anterior á Revelação, pelo que esta não a explica. Por outro lado parece uma evidência que no início o Homem criou os deuses á sua imagem e que estes foram sendo apropriados pelos poderes dirigentes (indivíduos e grupos). Conseguiram mesmo autonomizar-se e em certos casos escravizar os homens, de forma diferente conforme o tempo e o espaço.
É um ensaio sobre a sistematização desse processo e pistas para futuros estudos que tentámos neste livro

Convite - ANTIGUIDADES - CRENÇAS E ESCOLA DE MISTÉRIOS

A REFORMA DO PALHAÇO



A Reforma do Palhaço
e sete contos


A história inventada é quase igual à verdadeira

Lá fora não chovia, nem estava calor. Ubanga pressionou o botão do distribuidor de senhas da estação dos CTT de Santa Comba Dão.
Este senhor, que lentamente iremos conhecer, não poderá ser inteiramente entendido com as nossas limitações conceptuais. Por mais que estendamos a mão para o cumprimentar ficaremos sempre aquém da sua radiação íntima. Por causa da sua vibração teremos sempre meras tabelas de correspondência. As amostras não farão justiça ao esplendor da sua personalidade e à densidade do seu carácter. Os pequenos episódios descritos são alvitres intercalares. Alertam para outros significados e outras possibilidades de descodificação.
O sujeito de nosso estudo, nesta modesta saga, revela ou a sua excepcionalidade ou a nossa mediocridade. A história é bizarra, mas não pela estranheza da personagem central. Talvez a nossa estupidez seja auto-suficiente.

Convite A REFORMA DO PALHAÇO

A aurora dos tempos modernos - Dinossauros


A Aurora dos Tempos Modernos
Do Desaparecimento dos Dinossauros à Génese do Homem


A extinção dos dinossauros e o aparecimento do homem, que numa abordagem mais simplista e superficial parecem não terem nenhuma relação entre si, de facto constituem parte comum do longo processo histórico e evolutivo da vida na Terra. A génese do homem, nas suas origens mais remotas, e enquanto entidade biológica, provém desse longo processo, feito de avanços e até de rupturas, das quais uma das mais importantes é sem dúvida a extinção dos dinossauros.

O principal objectivo dos autores é colocar à disposição do grande público uma síntese acessível destes dois temas da paleontologia, afinal aqueles que mais interesse e discussão têm suscitado. Procurou-se descrever as principais evidências fósseis e de outra natureza, bem como as mais importantes teorias e interpretações que procuram integrar os conhecimentos da paleontologia nos de outras ciências, no sentido de se explicar de que modo o aparecimento do homem pode estar relacionado, embora muito remotamente, com a extinção dos dinossauros. Esta relação serviu ainda de pretexto para se aprofundar um pouco a história evolutiva dos dinossauros e do homem.
O texto está dividido em duas grandes partes. Na primeira, pretende-se caracterizar os dinossauros, referenciar a sua origem e classificação e aprofundar as causas da sua extinção, com especial relevo para a teoria que aponta as consequências da queda de um corpo extraterrestre, como responsáveis pelo fim dos dinossauros. Na segunda, começa-se pelo aparecimento dos mamíferos para, de seguida, se passar à origem e evolução dos primatas. Descreve-se depois, de uma forma mais pormenorizada, o aparecimento e a evolução da linhagem humana, até à expansão do homem moderno.