NOTA PRÉVIA
A ideia de editar um novo livro, surgiu há cerca de um ano, talvez porque a editora, atenta ao mercado,
constatou que estavam esgotadas as obras anteriormente publicadas.
Dada a procura, faria todo o sentido lançar desta vez uma antologia de Maria Manuel Cid.
Quando fomos contactados, obviamente que de imediato nos oferecemos para, com o maior orgulho,
colaborar na sua concretização. Assim surgiu este livro, “CHAMARAM-ME POETA, QUEM DIRIA”. Dele
fazem parte os três livros já editados, “O MEU NOME É NINGUÉM” (1980), “MINHA TERRA MINHA
GENTE” (1990), “POEMAS” (1999) e ainda alguns inéditos existentes no seu vasto espólio.
Como ELA um dia escreveu:
“Talvez eu parta chorando,
Da Terra que me criou,
Ou então de quando em quando,
Minha alma volte cantando,
Na voz de quem a cantou!...”
Que a sua obra literária A mantenha sempre viva na memória de todos.
Maria do Amparo Cid (2018)
sexta-feira, 27 de abril de 2018
terça-feira, 17 de abril de 2018
As Edições Cosmos apresentam o seu novo livro da "Colecção COSMOS DIREITO " de autoria do Dr. Vivaz Bandeira e com prefácio do Prof. Doutor António Gameiro .
www.ediçoescosmos.pt
www.ediçoescosmos.pt
Há muitos livros e prefácios que nos passam despercebidos. Este livro merece ser lido, estudado e ensinado!
Com o propósito de o leitor poder rapidamente fazer uma ideia do conteúdo deste livro, diremos que ele se divide rigorosamente em duas partes complementares: o quadro dogmático das garantias administrativas do povo angolano em geral e ao Provedor de Justiça e o enquadramento, funções e mecanismos de recurso à figura do Provedor de Justiça, para efetivar os seus direitos face à atividade da Administração do Estado.
Esta obra merece ser lida, pois dogmaticamente muitíssimo bem sustentada, não abdica de um profundo rigor cientifico, de um amplo e alargado campo de analise social e de uma escrupulosa aplicação do regime jurídico-constitucional angolano nascido da Constituição de 2010.
Por outro lado, o tema central desta obra, coloca-se na encruzilhada entre a clarificação em que é que consistem as diversas garantias dos particulares face à Administração Pública, quem tem legitimidade para exercer essas garantias, dos prazos estipulados e quais as possíveis consequências da sua efetivação jurídica e social.
As garantias dos particulares de que se ocupa o Direito Administrativo asseguram os mecanismos de reação e defesa dos particulares e como ensina o Prof. Freitas do Amaral, são "os meios criados pela ordem jurídica com a finalidade de evitar ou a sancionar as violações do direito objetivo, as ofensas dos direitos subjetivos ou dos interesses legítimos dos particulares ou o demérito da ação administrativa por parte da Administração Pública".
Além das garantias politicas, como o direito de resistência, ao direito de petição, combinam com as garantias administrativas petitórias e impugnatórias, verificamos um ampla reflexão jurídica sobre os mecanismos de acesso e de função do Provedor de Justiça angolano. Do direito de representação, ao direito de queixa, ao direito de denuncia e de oposição administrativa, à reclamação como meio direto de impugnação, ao recurso hierárquico, ao recurso hierárquico impróprio e aos recursos tutelares, todos estes mecanismos são tratados com profundidade e rigor.
Contudo, há na verdade um mecanismo de garantia que perpassa todo o texto: o Provedor de Justiça entendido como uma garantia administrativa dos particulares. Efetivamente, o povo angolano tem nele um forte esteio de defesa das suas necessidades garantisticas nos termos da Constituição da República e das leis avulsas da probidade e do procedimento administrativo, entre outras.
Esta Obra é um valor acrescentado no estudo do Direito Administrativo Angolano e na efetivação da Justiça Administrativa Angolana, que sendo ainda jovem, tem dado passos muito consistentes na credibilização das garantias dos seus cidadãos.
Com o propósito de o leitor poder rapidamente fazer uma ideia do conteúdo deste livro, diremos que ele se divide rigorosamente em duas partes complementares: o quadro dogmático das garantias administrativas do povo angolano em geral e ao Provedor de Justiça e o enquadramento, funções e mecanismos de recurso à figura do Provedor de Justiça, para efetivar os seus direitos face à atividade da Administração do Estado.
Esta obra merece ser lida, pois dogmaticamente muitíssimo bem sustentada, não abdica de um profundo rigor cientifico, de um amplo e alargado campo de analise social e de uma escrupulosa aplicação do regime jurídico-constitucional angolano nascido da Constituição de 2010.
Por outro lado, o tema central desta obra, coloca-se na encruzilhada entre a clarificação em que é que consistem as diversas garantias dos particulares face à Administração Pública, quem tem legitimidade para exercer essas garantias, dos prazos estipulados e quais as possíveis consequências da sua efetivação jurídica e social.
As garantias dos particulares de que se ocupa o Direito Administrativo asseguram os mecanismos de reação e defesa dos particulares e como ensina o Prof. Freitas do Amaral, são "os meios criados pela ordem jurídica com a finalidade de evitar ou a sancionar as violações do direito objetivo, as ofensas dos direitos subjetivos ou dos interesses legítimos dos particulares ou o demérito da ação administrativa por parte da Administração Pública".
Além das garantias politicas, como o direito de resistência, ao direito de petição, combinam com as garantias administrativas petitórias e impugnatórias, verificamos um ampla reflexão jurídica sobre os mecanismos de acesso e de função do Provedor de Justiça angolano. Do direito de representação, ao direito de queixa, ao direito de denuncia e de oposição administrativa, à reclamação como meio direto de impugnação, ao recurso hierárquico, ao recurso hierárquico impróprio e aos recursos tutelares, todos estes mecanismos são tratados com profundidade e rigor.
Contudo, há na verdade um mecanismo de garantia que perpassa todo o texto: o Provedor de Justiça entendido como uma garantia administrativa dos particulares. Efetivamente, o povo angolano tem nele um forte esteio de defesa das suas necessidades garantisticas nos termos da Constituição da República e das leis avulsas da probidade e do procedimento administrativo, entre outras.
Esta Obra é um valor acrescentado no estudo do Direito Administrativo Angolano e na efetivação da Justiça Administrativa Angolana, que sendo ainda jovem, tem dado passos muito consistentes na credibilização das garantias dos seus cidadãos.
in Prefácio do Prof. Doutor António Gameiro
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
DEDALUS 20 Revista Portuguesa de Literatura Comparada. " O Regresso das Humanidades " "The Return of the Humanities " Já em www.edicoescosmos.pt Edições Cosmos a sua Editora desde 1937
DEDALUS 20
Revista Portuguesa de Literatura Comparada.
" O Regresso das Humanidades "
"The Return of the Humanities "
Já em www.edicoescosmos.pt
Edições Cosmos a sua Editora desde 1937
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Autor(es): Rui Januário, António Ribeiro Gameiro
Páginas: 916
Editor: Edições Cosmos
ISBN: 9789727624027
Coleção: Cosmos Direito
Idioma: Português
Editor: Edições Cosmos
ISBN: 9789727624027
Coleção: Cosmos Direito
Idioma: Português
Sinopse
Num mundo caracterizado pela globalização da indiferença, e contrariamente ao que muitos pensam, pela incomunicação, as dimensões biológica, material e divina/espiritual do homem surgem‑nos como elementos fundamentais a qualquer temática relacionada com a política. Os comportamentos tendentes ao bem comum, seja ele social, cultural, económico, espiritual, biológico ou natural e político, não se poderão desprender da condução dos assuntos do Estado e da vida pública em geral. Se ninguém é profeta na sua Terra, a verdade é que urge, no mundo contemporâneo, privilegiar a liberdade, a verdade, a justiça e o amor, num espírito de missionação e evangelização do bem comum, e das virtudes humanas aplicadas à política, através das suas dimensões estática e dinâmica
Deste modo, analisar a matéria que nos propomos, exige, desde logo, que retenhamos alguns conceitos essenciais, tais como, o de autoridade, legitimidade, poder, estratégia, política, forças, persuasão, coisa pública, povo, soberania, Estado, território, grupo, sociedade, governar, Constituição, ciência política, sociedade global, ideologia, sistema político, regime político, fenómeno e facto político, direito constitucional, sociedade global, grupos de interesses e grupos de pressão, entre outros.
Assim, o conceito de autoridade consiste na perspectiva do Poder — potestas, puissance, potere (latim vulgar), herrschaft —, da consciencialização daqueles que comandam, ou seja, aquilo que propicia a direcção com obediência espontânea. A legitimidade, por seu turno, traduz‑se na pespectiva do Poder, partindo do pólo daqueles que obedecem, aquilo que permite e suscita o consentimento. A relação entre poder e coerção, consiste, como tal, na possibilidade de levar alguém a fazer alguma coisa, contra a respectiva vontade, isto é, impor algo a terceiro, que este não pretendesse espontaneamente.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
A obra de Raul Brandão
e as Edições Cosmos.
Comemorando-se os 150 anos do nascimento de Raul Brandão (1867-1930) e o centenário da 1ª edição de Húmus, as Edições Cosmos e o autor o Profº Doutor Vitor Viçoso, reeditam o livro " A máscara e o sonho - Vozes, Imagens e símbolos na ficção de Raúl Brandão " um estudo amplo em que a obra de Raúl Brandão se salienta nos clássicos Portugueses.
Em breve nas livrarias e também em www.edicoescosmos.pt
sexta-feira, 10 de março de 2017
Belmiro Moita da Costa é licenciado em Finanças pela Universidade Técnica de Lisboa.
Foi docente nas áreas de Contabilidade de Gestão, Gestão Financeira, Finanças Públicas e Fiscalidade na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
Exerceu consultoria financeira e funções de chefia no Centro de Estudos e Formação Autárquica. Foi ainda Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal de Condeixa-a-Nova.
___________________________________
Ana Manaia é licenciada e mestre em Engenharia de Materiais pela Universidade de Coimbra e aluna de doutoramento em Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra.
Com formação específica ao nível de gestão técnica/financeira de projetos de investigação, Ana Manaia é coordenadora do Gabinete de Investigação e Desenvolvimento no Laboratório de Materiais do Instituto Pedro Nunes, funções que desempenha desde 2003. É ainda Investigadora do Centro de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra.
Com uma forte ligação à indústria, promove projetos de IDT em parceria com empresas e entidades do Sistema Científico e Tecnológico, a nível nacional e internacional.
Desde 2012 que faz parte da lista de consultores independentes para avaliação de projetos de IDT Europeus na Executive Agency for Small and Medium-sized Enterprises da Comissão Europeia.
__________________________________
“A análise económico-financeira refere-se à avaliação ou estudo da viabilidade, estabilidade e capacidade de lucro de um negócio ou projeto de investimento. Engloba um conjunto de instrumentos e métodos que permitem realizar diagnósticos sobre a situação financeira de uma entidade, assim como prognósticos sobre o seu desempenho futuro”
“Com uma vasta experiência na área da formação e avaliação de projetos de investimento, os autores deste livro sabem bem o quanto as ferramentas de estudo das matérias da análise económico-financeira são importantes”
“(…) o livro agora apresentado constitui um elemento que por certo ajudará a uma melhor apreensão das questões, sempre abrangentes e complexas, da análise económico-financeira de uma organização, empresa, ou projeto de investimento.”
In Prefácio
Foi docente nas áreas de Contabilidade de Gestão, Gestão Financeira, Finanças Públicas e Fiscalidade na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
Exerceu consultoria financeira e funções de chefia no Centro de Estudos e Formação Autárquica. Foi ainda Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal de Condeixa-a-Nova.
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Ana Manaia é licenciada e mestre em Engenharia de Materiais pela Universidade de Coimbra e aluna de doutoramento em Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra.
Com formação específica ao nível de gestão técnica/financeira de projetos de investigação, Ana Manaia é coordenadora do Gabinete de Investigação e Desenvolvimento no Laboratório de Materiais do Instituto Pedro Nunes, funções que desempenha desde 2003. É ainda Investigadora do Centro de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra.
Com uma forte ligação à indústria, promove projetos de IDT em parceria com empresas e entidades do Sistema Científico e Tecnológico, a nível nacional e internacional.
Desde 2012 que faz parte da lista de consultores independentes para avaliação de projetos de IDT Europeus na Executive Agency for Small and Medium-sized Enterprises da Comissão Europeia.
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“A análise económico-financeira refere-se à avaliação ou estudo da viabilidade, estabilidade e capacidade de lucro de um negócio ou projeto de investimento. Engloba um conjunto de instrumentos e métodos que permitem realizar diagnósticos sobre a situação financeira de uma entidade, assim como prognósticos sobre o seu desempenho futuro”
“Com uma vasta experiência na área da formação e avaliação de projetos de investimento, os autores deste livro sabem bem o quanto as ferramentas de estudo das matérias da análise económico-financeira são importantes”
“(…) o livro agora apresentado constitui um elemento que por certo ajudará a uma melhor apreensão das questões, sempre abrangentes e complexas, da análise económico-financeira de uma organização, empresa, ou projeto de investimento.”
In Prefácio
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
O presente volume é o resultado de uma concreta colaboração com o Centro de Estudos Comparatistas e em especial com o projecto de investigação CILM.
Pedidos deste número 19 da Colecção DEDALUS para;
www.edicoescosmos.pt a sua livraria online.
Pedidos deste número 19 da Colecção DEDALUS para;
www.edicoescosmos.pt a sua livraria online.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
(…) Este livro tecido a muitas mãos, tanto por coletores como por narradores, revelou-se uma obra singular de malha intrincada conjugando o saber contar a partir de uma estória, o saber cantar a partir de canções tradicionais e o saber tecer a partir de retalhos entretecidos numa manta. (…) Agradeço este convívio caloroso da linguagem oral tecida pelo tradicional e pelo autoral, nas mais iluminadas melodias de cada ancião. (…) in prefácio, Joaninha Duarte
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
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