quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
bulhosa books & living

A partir de hoje todos os livros das Edições Cosmos, podem ser adquiridos nas 12 livrarias do grupo Bulhosa ou em http://www.bulhosa.pt/
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Jornal O Templário

Entrevista a Aurélio LopesO fenómeno das aparições na perspectiva de um antropólogo (© Jornal O Templário, por Jornal O Templário)
“O Templário” entrevistou o antropólogo Aurélio Lopes, que lança este sábado o livro “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”
Como se explica social e antropologicamente as aparições? Porque será que elas acontecem mais em determinados períodos? Estas são algumas das questões a que o antropólogo Aurélio Lopes procura responder no seu livro “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima” que vai ser lançado sábado em Tomar. Sobre este tema “O Templário” entrevistou o autor.
Todos os pormenores nesta edoção do jornal "O Templário"
Entrevista a Aurélio LopesO fenómeno das aparições na perspectiva de um antropólogo (© Jornal O Templário, por Jornal O Templário)
“O Templário” entrevistou o antropólogo Aurélio Lopes, que lança este sábado o livro “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”
Como se explica social e antropologicamente as aparições? Porque será que elas acontecem mais em determinados períodos? Estas são algumas das questões a que o antropólogo Aurélio Lopes procura responder no seu livro “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima” que vai ser lançado sábado em Tomar. Sobre este tema “O Templário” entrevistou o autor.
Todos os pormenores nesta edoção do jornal "O Templário"
Jornal Correio do Ribatejo
O novo livro de Aurélio Lopes
“Videntes e Confidentes: Um estudo sobre as aparições de Fátima” 07-04-2009
“Videntes e Confidentes: Um estudo sobre as aparições de Fátima” é o novo livro do antropólogo Aurélio Lopes que será apresentado em Santarém, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, dia 18, sábado, às 17 horas. “Fazer um estudo destes, sobre Fátima, surge como evolução natural de um percurso pessoal de investigação pautado pela abordagem da relação dos homens com a esfera do sagrado, nomeadamente no campo mais específico da religiosidade popular, nas suas manifestações colectivas e públicas; as festas cíclicas ou comunitárias, romarias, santuários, etc.,…” revela ao Correio do Ribatejo. A importância do fenómeno de Fátima no país, como em todo o mundo católico, torna o tema para o autor “particularmente sedutor e interessante”. “Diria mesmo que esta obra é, de alguma forma, fruto de uma evolução natural,” assegura. Apesar disso, Aurélio Lopes é de opinião que “a manipulação deste assunto carece de especiais cuidados,” não tanto “naquilo que se diz” (em grande parte decorrente de imperativos metodológicos) mas essencialmente “na forma como se diz!” Aurélio Lopes não esquece na sua obra que milhões de pessoas por todo o mundo têm Fátima como o grande referencial místico e taumatúrgico: “As suas crenças merecem, naturalmente, todo o respeito, como aliás, qualquer tipo de crenças religiosas ou não. Nem mais nem menos do que exigimos para nós: para as nossas convicções, opiniões e conclusões,” esclarece. São estes fenómenos que, segundo o autor, melhor explicação constituem, originalmente, “emanações e projecções” dos, assim chamados, videntes. “Projecções cujas particularidades motivacionais individuais e auto-consciências operativas, apenas uma equipa multidisciplinar (incluindo, entre outros, psicólogos clínicos e sociais) e munida de dados primevos menos modificados poderia, eventualmente, percepcionar”. É esta a convicção do autor, para quem as aparições “surgem normalmente em contextos sociais e políticos favoráveis e após períodos iniciais de avaliação poderão vir a ser aceites como autênticos.” relata. Livro com quatro partes A obra está dividida em quatro partes, precedidas de uma prévia reflexão acerca da problemática cadente da relação epistemológica entre ciência e religião. A primeira, “Mulheres e Deusas”, remete-nos para o papel histórico das divindades femininas, nomeadamente no mundo mediterrâneo, “vistas estas no contexto dicotómico e ambivalente que opõe e conjuga fertilidade e virgindade”. A segunda parte, “Aparições”, debruça-se, em particular, sobre a tipologia destes fenómenos tão característicos do cristianismo: “grosso modo, formas de relação directa (leia-se, sem intermediários eclesiásticos) com o sobrenatural”. A relação directa com “Fátima” surge na terceira parte; precisamente assim denominada. A última parte, “A Construção do Sagrado”, aborda, finalmente, os fenómenos primevos do ponto de vista mais claramente antropológico, bem como a sua evolução no tempo histórico e clerical. A forma como o texto está equacionado assenta em análises que partem sempre do princípio de que o fenómeno divino é naturalmente verdadeiro para quem o interpreta e, dele professa. Claro que existem fraudes em todo o, lado! Mas os sujeitos da acção religiosa (milagrosa ou não) são, naturalmente, crentes sinceros. Logo crêem naquilo que lhes sentem acontecer ou sentem acontecer aos outros. “Podemos dizer que o livro apresenta uma explicação sociocultural dos fenómenos enquanto antropologicamente considerados, em que os videntes não são apenas uma parte da interacção com o divino, mas são, dir-se-á, a própria interacção,” informa Aurélio Lopes que acescenta: “Não sendo fenómenos sustentáveis em termos científicos, as aparições expressam dimensões existenciais muito particulares que, nem por serem virtuais, são menos efectivas e envolventes.” Para o antropólogo, o objectivo “utópico” deste estudo (que como utópico que é dificilmente se concretizará em absoluto) é fornecer a muitos não crentes “uma sustentável tese socio-cultural alternativa” e, a muitos crentes, “um sustentável cenário histórico e cultural onde eclodem e se configuram os fenómenos taumatúrgicos em que acreditam.” Videntes são muitas vezes crianças O autor revela ainda que os videntes são muitas vezes crianças, jovens ou pessoas de formação cultural baixa, emotivos e impressionáveis, levando muitas vezes uma existência dura e boçal, quantas vezes sofrida, sem perspectivas de melhoria. “Para eles, o mundo é, ainda, palco de uma luta entre o bem e o mal. Luta em que o mal confere sentido ao bem, não obstante dever ser periodicamente vencido em sucessivos confrontos que antecipam o confronto final e onde cada um (é, suposto) ter um papel a desempenhar”. A aparição proporciona-lhe, assim, uma importante ruptura com o quotidiano. Uma importância que o resgata à banalidade prosaica da sua existência e confere, de alguma forma, uma razão de ser, ao seu sofrimento. Quanto a possíveis criticas, Aurélio Lopes é claro: “Não! Não me preocupam as eventuais críticas da Igreja. Pelo menos aquelas que decorrem, directa ou indirectamente, da intocabilidade da matéria. Preocupam-me, sim, eventuais críticas acerca da sustentabilidade das análises e das conclusões. Venham elas de onde vierem,” assegura. O livro “Videntes e Confidentes: Um estudo sobre as aparições de Fátima” será apresentado também em Tomar, no auditório da Biblioteca Municipal, dia 2 de Maio (igualmente sábado), às 16 horas. JPN
http://www.correiodoribatejo.com/indexnoticiasDetail.asp?cod_Noticias=1901
Videntes e Confidentes

Santarém e Tomar
Aurélio Lopes lança "Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima"
A Sala de Leitura Bernardo Santareno recebeu, no dia 18 de Abril, o lançamento do novo livro do antropólogo Aurélio Lopes “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”. O livro vai ser objecto de uma nova apresentação pública, no dia 2 de Maio (sábado), às 16 horas, no Salão da Biblioteca Municipal de Tomar, numa organização do Jornal "O Templário" e apoio da Câmara Municipal de Tomar. A publicação está a cargo das Edições Cosmos, e é patrocinada pela Câmara Municipal de Santarém, sendo o prefácio da autoria do teólogo e professor universitário Frei Bento Domingues, que irá estar, igualmente, presente.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Areal Editores
http://www.arealeditores.pt/.
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Todos os nossos livros também poderão a partir de hoje ser pedidos para http://www.arealeditores.pt/
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Videntes e Confidentes em TOMAR
Convite.JPG)
Após o êxito que constituiu a apresentação pública em Santarém, o livro "Videntes e Confidentes; Um Estudo sobre as Aparições de Fátima", que tem a chancela das Edições Cosmos, irá ser objecto de uma nova apresentação pública no próximo sábado, dia 2 de Maio, na Biblioteca municipal de Tomar, às 16 horas.
A iniciativa contará com a presença do Director do Jornal O Templário (responsável pela apresentação do autor) pelo professor Ernesto Jana e por Frei Bento Domingues, que também assina o prefácio.
A sua presença muito nos honraria.
Aurélio Lopes
Após o êxito que constituiu a apresentação pública em Santarém, o livro "Videntes e Confidentes; Um Estudo sobre as Aparições de Fátima", que tem a chancela das Edições Cosmos, irá ser objecto de uma nova apresentação pública no próximo sábado, dia 2 de Maio, na Biblioteca municipal de Tomar, às 16 horas.
A iniciativa contará com a presença do Director do Jornal O Templário (responsável pela apresentação do autor) pelo professor Ernesto Jana e por Frei Bento Domingues, que também assina o prefácio.
A sua presença muito nos honraria.
Aurélio Lopes
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Videntes e Confidentes
Aurélio Lopes lança livro sobre as aparições de Fátima
O antropólogo Aurélio Lopes apresentou no sábado em Santarém o seu novo livro, intitulado “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”. A sessão decorreu na Sala de Leitura Bernardo Santareno com a presença do presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flore
s, que referiu que “o olhar do antropólogo sobre este mito faz com que o cientista, que é Aurélio Lopes no domínio das Ciências Sociais, consiga aproximar-se de um objecto como nenhum escritor conseguiu aproximar-se dele”. A obra está dividida em quatro partes: “Mulheres e Deusas”, “Aparições”, “Fátima” e “A Construção do Sagrado”.
Aurélio Lopes colocou-se à disposição da bem composta plateia para esclarecer algumas dúvidas acerca da obra e no final realizou-se uma sessão de autógrafos. O autor, natural do concelho de Proença-a-Nova, é professor na Escola Superior de Educação de Santarém e um estudioso dos costumes e tradições populares do Ribatejo.
O antropólogo Aurélio Lopes apresentou no sábado em Santarém o seu novo livro, intitulado “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”. A sessão decorreu na Sala de Leitura Bernardo Santareno com a presença do presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flore
s, que referiu que “o olhar do antropólogo sobre este mito faz com que o cientista, que é Aurélio Lopes no domínio das Ciências Sociais, consiga aproximar-se de um objecto como nenhum escritor conseguiu aproximar-se dele”. A obra está dividida em quatro partes: “Mulheres e Deusas”, “Aparições”, “Fátima” e “A Construção do Sagrado”.Aurélio Lopes colocou-se à disposição da bem composta plateia para esclarecer algumas dúvidas acerca da obra e no final realizou-se uma sessão de autógrafos. O autor, natural do concelho de Proença-a-Nova, é professor na Escola Superior de Educação de Santarém e um estudioso dos costumes e tradições populares do Ribatejo.
Foto e texto Jornal "O Mirante"
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Carlos Oliveira

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Raúl Bexiga Caldeira, vai apresentar-nos o mais
recente livro de Carlos Oliveira REDES um livro da colecção Zaina que nos mostra a forma crua da nossa sociedade, Dia 20 de Maio de 2009, às 20,30 h. no Edifício do Centro de Regional de Artesanato, integrado na Semana da Ascensão
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Videntes e Confidentes - Aurélio Lopes - 19 de Abril de 2009
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Aurélio Lopes – «Videntes e confidentes» sobre Fátima mas não só
Foi lançada a mais recente obra do antropólogo Aurélio Lopes em edição da Cosmos «Videntes e confidentes – um estudo sobre as aparições de Fátima». Já no seu primeiro livro («Religião Popular do Ribatejo») o autor tinha estudado este tema que divide aqui em quatro capítulos: «Mulheres e Deusas», «Aparições», «Fátima» e «A construção do Sagrado». Além de Fátima são estudadas nestas páginas as aparições de Vilas Boas, La Salette, Lourdes, Vilar Chão, Ladeira do Pinheiro, Madjugorje e Escorial.
Foi lançada a mais recente obra do antropólogo Aurélio Lopes em edição da Cosmos «Videntes e confidentes – um estudo sobre as aparições de Fátima». Já no seu primeiro livro («Religião Popular do Ribatejo») o autor tinha estudado este tema que divide aqui em quatro capítulos: «Mulheres e Deusas», «Aparições», «Fátima» e «A construção do Sagrado». Além de Fátima são estudadas nestas páginas as aparições de Vilas Boas, La Salette, Lourdes, Vilar Chão, Ladeira do Pinheiro, Madjugorje e Escorial.
Joaquim Garrido, em nome da Editora, referiu que a Cosmos tem um passado rico e um futuro promissor tendo este livro sido recusado em Fátima – o que é um bom princípio.
Francisco Moita Flores afirmou que este é um livro a ler sem preconceitos porque o mundo não é a preto e branco e o Concílio de Trento já passou mas em Portugal ainda não.
O escritor Domingos Lobo comentou ser este um livro em contra-ciclo pois neste tempo precisamos de ilusões e não de dúvidas. Embora não presente, Frei Bento Domingues afirma no prefácio que aprendeu muito jovem que podia-se ser católico e não acreditar em Fátima, recorda que sempre se irritou tanto com a apologia oficial das aparições como a visão do fenómeno como uma invenção dos padres recomendando a obra de Aurélio Lopes como um estudo isento dum fenómeno que ultrapassa em complexidade o que a ignorância e a crendice podem supor.
Aurélio Lopes referiu por fim que Fátima é um caso de religiosidade popular que envolve milhões de pessoas em todo o Mundo e é um objecto social, não apenas religioso. Porque a verdade não é linear, há muitas maneiras de interpretar a realidade e só acontece aquilo em que acreditamos.
José do Carmo Francisco
domingo, 19 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Videntes e Confidentes - Aurélio Lopes


...Em vários países, sobretudo a partir dos finais do século XIX, surgiu a necessidade de pensar a religião e as religiões sob o ponto de vista científico. Assim nasceram as ciências da religião, das religiões e, por fim, a ciência das religiões. Em Portugal, com a ideia de que a religião tinha os dias contados e poucos, não se sentiu necessidade de percorrer os caminhos que várias instituições e universidades estrangeiras seguiram, no campo da investigação do fenómeno religioso. Entretanto, a Universidade Lusófona, em 1998, criou uma área de Ciência das Religiões. Hoje, esta área tem uma Licenciatura, um Mestrado, um Centro de Investigação e publica a Revista Lusófona de Ciência das Religiões, onde lançou o grande debate sobre o ensino religioso na escola.
Durante muito tempo, tentava-se explicar a religião e as religiões pela redução ao não-religioso. Este caminho revelou-se inadequado. Era preciso reconhecer a originalidade e a autonomia relativa do fenómeno religioso nas suas manifestações plurais ao longo da História. Sob este ponto de vista, identifico-me bastante com as posições de Giovanni Filoramo e Carlo Prandi, As ciências das religiões (Paulus, São Paulo, 1999).
4. Por tudo isso, quero destacar a obra de Aurélio Lopes, Videntes e Confidentes. Um estudo sobre as aparições de Fátima. Depois de um período de visão crítica das chamadas revelações que não pertencem ao cânone católico, no âmbito das quais se situa o fenómeno de Fátima, tentei esboçar outro caminho: que revelava Fátima da nossa especial arte de ser católico português? Era um caminho de antropologia simbólica que não tive tempo para aprofundar. Irritava-me tanto a apologia oficial e oficiosa das aparições como as publicações que faziam daquele fenómeno religioso uma “invenção dos padres”. O mais importante não era atendido. E o mais importante seria a resposta à seguinte pergunta: como compreender, como interpretar, o que aconteceu e se desenvolveu em Fátima desde 1917 até hoje?
Aurélio Lopes, conhecendo a importância e os limites das ciências humanas, tentou responder a essa pergunta. Não é a perspectiva de um crente nem de um descrente. É a perspectiva de quem procura estudar, com isenção, um fenómeno mais complexo do que a ignorância e a crendice podem supor. Espero que suscite um amplo debate. A importância que Fátima reveste, sob vários pontos de vista, exige-o e esta obra merece-o.
Frei Bento Domingues, o.p.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Lançamento " A Sagração da Primavera"

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A Sagração da Primavera
Terra, ovo da vida, fecundada pela chuva, germinada pelo sol que sobre ela derrama os seus benfazejos e fertilizantes raios. Mãe de todas as criaturas que sobre si se movimentam e alimentam. Desde o começo uma fonte inesgotável de existências, que se revelam em ciclos sucessivos e intermináveis.
Livraria Bertrand

A partir de hoje poderá pedir os nossos livros nas 52 livrarias da Bertrand espalhadas por Portugal e Espanha, ou para http://www.bertrand.pt/
quarta-feira, 25 de março de 2009
Guia Prático para a Elaboração de Trabalhos Científicos

O mais conhecido e utilizado Guia Prático para Estudantes, Docentes e Investigadores das Universidades Portuguesas e para outros profissionais que pretendam organizar comunicações, currículos e outros trabalhos científicos
João Frada (Mira, 1947), licenciado em Medicina (1977) pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, em Ciências Antropológicas e Etnológicas (1981) pelo ICSP da Universidade Técnica de Lisboa e em História (1987) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Fez Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica em História da Medicina (1989). Regeu, como Professor Auxiliar Convidado, a cadeira de Sistema Internacional do Curso Superior de Relações Internacionais na Universidade Lusíada (1988-91). Docente Convidado no Seminário de Património Cultural do Curso de Pós-Graduação em História Regional e Local, promovido pela FLL (1991-93). Doutorou-se em Medicina (História da) na FMUL (1998). Exerce clínica e rege, como Professor Auxiliar, a disciplina de História da Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa.
ISBN - 972-762-227-5
Preço 8,40 euros
Pedidos edicoescosmos@gmail.com
terça-feira, 24 de março de 2009
Murmúrios d'Águas

Nota da Autora:
Este livro nasceu da necessidade de ‘cantar’ o Amor – o Amor em todas as suas vertentes. Aquele que nos permite sentir, reflectir e, ao andar por aí, existir. O Amor que nos leva a criar e querer crescer em harmonia com os outros seres humanos, com o mundo.
Palavras como ‘abandono’, ‘verde’, ‘azul’, ‘cúmplice’, ‘fruto’, entre outras, são apenas o espelho de múltiplas possibilidades que, ao senti-las, me facultaram alguma maturação do sentir/sentimento. Nesse seguimento, os poemas ‘engano’, ‘cantata’, ‘sem cor’, ‘estancado’, ‘último’, que nasceram de momentos ‘sem chão’, hoje, traduzem ‘criação’, uma realidade com sonho. Significam ‘Amor’.
Assim, ao escrever esses momentos, pretendi ‘cantar’ o sentir das ‘águas’ que me correm, através de ‘notas musicais’, a que chamei ‘murmúrios’, com vista à criação de algo – de um poema, de uma simples melodia.
Muito obrigada a todos que partilharam/partilham comigo estes momentos.
Sara Coimbra»
Este livro nasceu da necessidade de ‘cantar’ o Amor – o Amor em todas as suas vertentes. Aquele que nos permite sentir, reflectir e, ao andar por aí, existir. O Amor que nos leva a criar e querer crescer em harmonia com os outros seres humanos, com o mundo.
Palavras como ‘abandono’, ‘verde’, ‘azul’, ‘cúmplice’, ‘fruto’, entre outras, são apenas o espelho de múltiplas possibilidades que, ao senti-las, me facultaram alguma maturação do sentir/sentimento. Nesse seguimento, os poemas ‘engano’, ‘cantata’, ‘sem cor’, ‘estancado’, ‘último’, que nasceram de momentos ‘sem chão’, hoje, traduzem ‘criação’, uma realidade com sonho. Significam ‘Amor’.
Assim, ao escrever esses momentos, pretendi ‘cantar’ o sentir das ‘águas’ que me correm, através de ‘notas musicais’, a que chamei ‘murmúrios’, com vista à criação de algo – de um poema, de uma simples melodia.
Muito obrigada a todos que partilharam/partilham comigo estes momentos.
Sara Coimbra»
segunda-feira, 23 de março de 2009
WOOK.PT
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Revoluções, Politica Externas e Politica de Defesa de Portugal

...Nos últimos 200 anos, Portugal conheceu grandes viragens políticas, com a substituição violenta de classes governantes e profundas transformações do sistema político-constitucional: por exemplo, a revolução liberal,(...) a revolução republicana de 5 de Outubro de 1910,(...) a revolução "Nacional" do 28 de Maio de 1926, (...) e a revolução democrática do 25 de Abril de 1974(...). Em que medida e como é que as relações externas do país, a defesa da soberania e integridade territorial e a manutenção da paz e segurança internas foram ou não afectadas por estas mudanças políticas e constitucionais?....
Pedidos para edicoescosmos@gmail.com
terça-feira, 10 de março de 2009
Da Literatura
http://daliteratura.blogspot.com/
LER OS OUTROS
Um livro cada domingo. Domingos Lobo (n. 1946) não é o protótipo do escritor que ande a ser citado a propósito e despropósito. Contudo, é autor de uma obra incontornável sobre a guerra colonial: Os Navios Negreiros não sobem o Cuando (1993), justamente premiada. A bibliografia inclui romance, contos, poesia, teatro e até a edição de uma Antologia de Poesia Portuguesa Erótica, Burlesca e Satírica do Século XVIII. Domingos Lobo acaba de publicar Território Inimigo, colectânea de contos que prolonga algumas das questões suscitadas com As Lágrimas dos Vivos (2005), obra em que o autor reflecte sobre aspectos da modernidade e o território escorregadio das identidades em conflito. Fio condutor, a ideia de liberdade face aos vários modos da hipocrisia dominante.
LER OS OUTROS
Um livro cada domingo. Domingos Lobo (n. 1946) não é o protótipo do escritor que ande a ser citado a propósito e despropósito. Contudo, é autor de uma obra incontornável sobre a guerra colonial: Os Navios Negreiros não sobem o Cuando (1993), justamente premiada. A bibliografia inclui romance, contos, poesia, teatro e até a edição de uma Antologia de Poesia Portuguesa Erótica, Burlesca e Satírica do Século XVIII. Domingos Lobo acaba de publicar Território Inimigo, colectânea de contos que prolonga algumas das questões suscitadas com As Lágrimas dos Vivos (2005), obra em que o autor reflecte sobre aspectos da modernidade e o território escorregadio das identidades em conflito. Fio condutor, a ideia de liberdade face aos vários modos da hipocrisia dominante.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Dicionário Prático de Provérbios Portugueses

Dicionário Prático
de Provérbios Portugueses
Na presente colectânea, proporcionamos ao leitor um conjunto de contextos que lhe permitirá formar a sua própria opinião sobre os exemplares registados.
Os provérbios são,no fundo, regras indutivas, cujo valor aumenta com o número de aplicações convincentes.
Por esta razão, apresentamos, para cada texto proverbial incluído no nosso dicionário, empregos prototípicos a partir dos quais o leitor poderá deduzir quer os respectivos significados quer o posicionamento de vários autores relativamente aos mesmos.
Pedidos para edicoescosmos@gmail.com
quarta-feira, 4 de março de 2009
A Entrada de Estrangeirismos na língua Portuguesa
Madalena Teles Dias Teixeira (n.1969) desenvolve a sua actividade profissional no Instituto Politécnico de Santarém, na Escola Superior de Educação. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1994) e em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Católica Portuguesa, onde seguiu a via educacional (2000). É mestre em Educação, no ramo de Supervisão Pedagógica em Ensino do Português, pelo Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, com a dissertação Dos Estrangeirismos à Aula de Língua Materna (2004), e doutora em Linguística, no ramo de Linguística Aplicada, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação A Entrada de Estrangeirismos na Língua Portuguesa. Contributos Para um Estudo Sociolinguístico (2007). É investigadora no Centro de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, integrando o projecto Linguagem, Cultura e Sociedade: Dimensões internacionais, sincrónicas e diacrónicas, no âmbito de um subprojecto intitulado Discursos Pós-Coloniais e a Construção da(s) Identidade(s). É membro da Associação Professores de Português e formadora de formadores. É autora de “A Importância da Aprendizagem da Linguagem Escrita”(2004); “Para uma Pedagogia do Erro” (2004); “Supervisão Pedagógica” (com colaboração com Elisabete Morais) (2004); “La Problemática de los préstamos lexicales en las lenguas” (2006) e organizou mais de uma dezena de encontros científicos. Proferiu dezenas comunicações, quer em Portugal, quer no estrangeiro.
terça-feira, 3 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Dois Exércitos

"Dois Exércitos"
Autor: Coronel Viana Dias de Lemos
Autor: Coronel Viana Dias de Lemos
...Embora considere que um estudo em profundidade é necessário, parece-me que estamos ainda demasiado perto dos acontecimentos para tirar conclusões desapaixonadas. Como já o fiz em “Duas Crises”, gostaria apenas de traçar as linhas mestras do que, em opinião pessoal, foram as causas da derrocada. Se as comparações forem cruéis (já fui acusado de escrever demais sobre as dificuldades das nossas Forças Amadas) é por julgar, em plena consciência, que não é escondendo ou camuflando as verdades que se resolvem os problemas nacionais.
Se o fizesse estaria a descrer de Portugal, e se tal fosse o meu estado espírito, não escreveria uma palavra...
. .. tentarei apresentar algumas reflexões, mas sei que as respostas terão que ser dadas sem messianismos nem sebastianismos, pelo conjunto de homens de boa vontade que queiram continuar a ser portugueses...
in prefácio
Se o fizesse estaria a descrer de Portugal, e se tal fosse o meu estado espírito, não escreveria uma palavra...
. .. tentarei apresentar algumas reflexões, mas sei que as respostas terão que ser dadas sem messianismos nem sebastianismos, pelo conjunto de homens de boa vontade que queiram continuar a ser portugueses...
in prefácio
INVESTIGAR E DESCOBRIR

Com o novo livro Investigar e Descobrir,"Actividades para a Educação em Ciência nas primeiras idades" de autoria de Pedro Rocha dos Reis, começamos a nova colecção Ponto e Virgula que resulta da parceria entre as Edições Cosmos e a Escola Superior de Educação Santarém (ESES)
Já em todas as livrarias do país. Pedidos Directos para edicoescosmos@gmail Preço 14 euros
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
2º. Prémio de Ensaio Literário Edições Cosmos / Fernando de Mello Moser

As Edições Cosmos dão os parabéns a Andreia Passos de Abreu que com o seu ensaio Gertude Stein e o Cubismo Literário, venceu a 2ª. edição do Prémio de ensaio Literário Edições Cosmos / Fernando de Mello Moser.
...No período que decorreu entre o final do século XIX e início do século XX, transformações radicais fizeram-se sentir em diversas áreas da vida e do saber. Os pintores cubistas, fundadores de uma nova perspectiva sobre o mundo e a realidade, contam-se entre os primeiros a explorar as possibilidades revolucionárias da nova era.
Gertrude Stein encontra-se entre os primeiros escritores de língua inglesa a revelar implicações do movimento cubista na literatura. As suas teorias estéticas e estilo de composição particulares distinguem a sua obra de todas as outras produzidas no mesmo período, conferindo-lhe uma posição proeminente na literatura contemporânea.
Stein é um produto da sua época e na sua obra, onde as afinidades com a pintura modernista são uma constante, quase todos os movimentos intelectuais e artísticos encontram alguma forma de expressão. Juntamente com os seus irmãos Leo e Mike, Stein pode reclamar a ‘descoberta’ de Matisse e Picasso nos primeiros anos do novo século. Estas ‘descobertas’ evoluíram para amizades com os artistas e uma entrada na comunidade artística parisiense.
A abordagem da relação entre a arte pictórica do cubismo e a arte literária do texto experimental de Stein torna-se pertinente se considerarmos a importância da pintura para esta, tendo-se ela tornado uma grande coleccionadora de obras de pintores da sua época e desenvolvido uma estreita colaboração e amizade com Picasso...
Gertrude Stein encontra-se entre os primeiros escritores de língua inglesa a revelar implicações do movimento cubista na literatura. As suas teorias estéticas e estilo de composição particulares distinguem a sua obra de todas as outras produzidas no mesmo período, conferindo-lhe uma posição proeminente na literatura contemporânea.
Stein é um produto da sua época e na sua obra, onde as afinidades com a pintura modernista são uma constante, quase todos os movimentos intelectuais e artísticos encontram alguma forma de expressão. Juntamente com os seus irmãos Leo e Mike, Stein pode reclamar a ‘descoberta’ de Matisse e Picasso nos primeiros anos do novo século. Estas ‘descobertas’ evoluíram para amizades com os artistas e uma entrada na comunidade artística parisiense.
A abordagem da relação entre a arte pictórica do cubismo e a arte literária do texto experimental de Stein torna-se pertinente se considerarmos a importância da pintura para esta, tendo-se ela tornado uma grande coleccionadora de obras de pintores da sua época e desenvolvido uma estreita colaboração e amizade com Picasso...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Territorio Inimigo
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