Em breve em todas as livrarias!terça-feira, 8 de julho de 2008
A ILHA E OS MAPAS DA CULTURA
Em breve em todas as livrarias!segunda-feira, 7 de julho de 2008
Fnac- AlgarveShopping - Portugal Traduzido

A apresentação da 2ª edição do livro Portugal Traduzido, de John Wolf, na Fnac-Algarve, foi considerado um êxito, pela afluência de público e a sua participação.
Na já habitual fluência, John Wolf, traduziu o seu dicionário, cada vez mais actual à nossa realidade e manteve um diálogo com a assistência, que se mostrou disponível para a discussão das vertentes apresentadas no livro.
No final John Wolf, não teve mãos a medir para as dedicatórias personalizadas que fez questão em assinar
Atentos, participativos e testemunhas de um acto de cidadania o auditório da Fnac-Algarve, acolheu as propostas contidas no Portugal Traduzido.
sábado, 5 de julho de 2008
Fnac- AlgarveShopping Guia - Albufeira

Domingo 6 de Julho, às 16 horas, Fnac-AlgarveShopping - Guia/Albufeira.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
O Nascimento de uma Nação
500 Anos de Língua Portuguesa no Brasil

2 Volumes com as actas do Congresso Internacional "500 Anos de Língua Portuguesa no Brasil" Organização das comunicações da responsabilidade da Dra. Maria Filomena Gonçalves, da Universidade de Évora.Introdução à história da língua portuguesa


Jaime Ferreira da Silva licenciou-se em Filologia Germânica, em 1973, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação Introdução ao Pensamento Linguístico de Wilhelm von Humboldt. Foi discípulo de José G. Herculano de Carvalho, Vítor de Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, Armando de Lacerda, José S. da Silva Dias, Paulo Quintela, Albin Eduard Beau, Maria Manuela Delille, Karl Heinz Delille, Maria Irene Ramalho, Brian F. Head, Vincenzo Cocco e Giacinto Manuppella. Frequentou, ainda, em Göttingen e na Universidade de Tübingen, cursos de férias para Germanistas estrangeiros, tendo estudado Romanística, Germanística e Filosofia da Linguagem com Eugenio Coseriu, Otmar Werner, Josef Simon, Walter Schulz, entre outros.
Actualmente é docente de Língua Portuguesa no Departamento de Estudos Românicos da Faculdade de Filologia da Ruhr-Universität Bochum e, das suas principais publicações, destacam-se: História da Língua Alemã. Lisboa (Fundação Calouste Gulbenkian), 1973. [Tradução, com António de Almeida, de Geschichte der Deutschen Sprache, de Peter von Polenz. Berlin (Walter de Gruyter & Co.), 71970]; Sprachvergleich Portugiesisch-Deutsch. Düsseldorf (Pädagogischer Verlag Schwann), 1977 [com António Almeida] e Novo Alemão sem Custo. Paris (Assimil), 1986 [com J. Schmidt].
sábado, 28 de junho de 2008
Apresentação em Alenquer

Sábado 12 de Julho, às 16 horas
Biblioteca Municipal de Alenquer
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Os Peixes do Guadiana - Que Futuro?

De autoria de Maria João Collares Pereira, Ana Filipa Filipe e Luís Moreira da Costa.
É sem sombra para dúvidas o melhor e mais actualizado livro sobre esta temática, fala-nos das espécies piscícolas da bacia do Guadiana, com uma descrição séria da intervenção humana sobre os seus habitats naturais de que se destaca, pela sua envergadura, o empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.
É pois um livro acessível a um grande número de leitores, incluindo técnicos, gestores ambientais, alunos nos diversos níveis de escolaridade, bem como pescadores desportivos que aqui encontram um "Guia de Peixes" actualizado e totalmente a cores para melhor identificação.
Temos a certeza que as Edições Cosmos, com este livro deixam mais um legado às gerações futuras, pois fica aqui lançado o repto " Salvem-se os peixes do Guadiana"
Já em todas as Livrarias
- 300 páginas impressas a cores em papel couché, no formato 16 x 23 cm.
Preço de venda ao público 25 euros já com iva incluído
Os pedidos poderão ser feitos para edicoescosmos@iol.pt ou fwave@pluricanal.net encomendas@sodilivros.pt
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Ribatejo Terra de Campeões

quarta-feira, 18 de junho de 2008
EXSURGE DEUS
Guerra aberta dentro da Igreja entre Dominicanos e Jesuítas Progressistas.
Autos de julgamento renascimento e glória do Padre António Vieira, depois de ter escapado à pira. Um livro a não perder de vista pela sua actualidade .terça-feira, 17 de junho de 2008
As escolhas do Profº. Marcelo Rebelo de Sousa
segunda-feira, 16 de junho de 2008
2ª Edição PORTUGAL TRADUZIDO
edicoescosmos@gmail.com
ou para
encomendas@sodilivros.pt
Esgotada a primeira edição do livro "Portugal Traduzido" já está no prelo a 2ª. Ediçãopedidos para edicoescosmos@gmail.com ou para encomendas@sodilivros.pt ao autor John Wolf endereçamos os parabéns
sábado, 14 de junho de 2008
A ABORDAGEM DOS MEDOS E DA RUPTURA

Que nos amamos pouco e mal, todos o sabemos. Por vezes, amargamente o sabemos. Garrett avisou-nos, mas de pouco nos serviu. Continuamos, sobranceiros e diligentes, a ignorarmos-nos mutuamente. Conseguimos amar o que nos chega de fora, a assimilar acrítica e devotadamente, todos os subprodutos que os impérios mediáticos promovem, com mão operativa e marketing agressivo, levando-nos ao consumo desbragado e irracional. Assim, nesta deriva consumista, nos fomos ao longo dos anos (com claros e graves sinais, a partir dos anos 1980) aculturando e transformando numa massa acrítica, consumidores passivos e sentados nas ameias do sofá de todo o género de produtos culturais estranhos, promovidos em caixa alta e primeiras páginas pelos media de serviço. Esquecemos, ou levaram-nos a esquecer, que num mundo globalizado como este em que vivemos, os povos que não assumem a sua identidade cultural, que não respeitam e promovem os seus valores patrimoniais, tenderá a desaparecer no confronto cultural com outros povos. E um povo, para o ser enquanto identidade colectiva, precisa de referentes, de sinais, de raízes. Só nesse confronto se afirmará singular, só impondo a diferença à diversidade global, a nossa identidade cultural nos poderemos afirmar como povo autónomo livre e respeitado no confronto com outras culturas que de há muito perceberam que a verdadeira marca, que a perenidade da sua passagem pelo espaço que nos é comum, passa indubitavelmente pela capacidade e génio criador dos seus povos. Tudo o resto é volátil e de passagem.
...
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Edições Cosmos em Samora Correia
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Aspectos Sócio-culturais do Vinho
... Todo o acto criativo exige duas condições: silêncio e solidão.Complementarmente conduz a dois tipos de encontros: com os livros essenciais e com determinadas pessoas... A ideia de beleza presente na mente dos artistas plásticos transparece na imensidão de obras de arte ... observados do ponto de vista profano ou religioso...É assim que o autor, Luís Falcão Fonseca, nos apresenta o seu novo livro, a sair para as bancas das livrarias brevemente.
A reinvenção do épico romântico

... Neste romance de capa e espada, ao estilo de Alexandre Dumas, a autora remete-nos à memória literária de uma geração à qual não pertence, mas que absorveu com perícia, talento e labor de pesquisa, para nos colocar perante a corte de Luís XIV, o Rei Sol, com o esplendor, o trágico e o clima intimidante de traições e intrigas palacianas que o romantismo construiu sobre esse período da história francesa. (…)
Por Amor a Luís XIV, é um romance para adolescentes porque remete para esse ponto de retorno e de formação dos imaginários essenciais. (…)
Este primeiro e notável romance de Tânia Xavier transporta-nos para os planos da aventura sem jogos de computador, sem play stacion, sem efeitos especiais; traz o lúdico à trela, os modos construtivos de efabular o histórico, as formas alquímicas e sedutoras da escrita em estado puro.
(…).
convite - Samora Correia
Teresa Soares
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Henrique Salles da Fonseca
Coordenadores da Colecção "Ponto e Virgula"

Maria João Cardona é docente da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém desde 1986. Entre outras funções já foi vice-presidente do Instituto e é presidente do conselho directivo da Escola desde 2006. Doutorada em Ciências da Educação, tem coordenado projectos e organizado publicações no âmbito da educação de infância e formação de professore/as. Foi Presidente da Associação de Profissionais de Educação de Infância (1996/2000) e do Grupo de Estudos de Educação de Infância (2002/2005). Actualmente coordena a equipa de consultores do projecto de reforma do ensino básico da República Democrática de S. Tomé e Príncipe, financiado pela Fundação C. Gulbenkian.
Madalena Teixeira
Madalena Teles Dias Teixeira (n.1969) desenvolve a sua actividade profissional no Instituto Politécnico de Santarém, na Escola Superior de Educação. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1994) e em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Católica Portuguesa, onde seguiu a via educacional (2000). É mestre em Educação, no ramo de Supervisão Pedagógica em Ensino do Português, pelo Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, com a dissertação Dos Estrangeirismos à Aula de Língua Materna (2004), e doutora em Linguística, no ramo de Linguística Aplicada, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação A Entrada de Estrangeirismos na Língua Portuguesa. Contributos Para um Estudo Sociolinguístico (2007). É investigadora no Centro de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, integrando o projecto Linguagem, Cultura e Sociedade: Dimensões internacionais, sincrónicas e diacrónicas, no âmbito de um subprojecto intitulado Discursos Pós-Coloniais e a Construção da(s) Identidade(s). É membro da Associação Professores de Português e formadora de formadores. É autora de “A Importância da Aprendizagem da Linguagem Escrita”(2004); “Para uma Pedagogia do Erro” (2004); “Supervisão Pedagógica” (com colaboração com Elisabete Morais) (2004); “La Problemática de los prestamos lexicales en las lenguas” (2006) e organizou mais de uma dezena de encontros científicos. Proferiu dezenas comunicações, quer em Portugal, quer no estrangeiro.A entrada de Estrangeirismos na Língua Portuguesa, é o ´livro número dois da colecção " Sincronia e Diacronia: Colecção de Estudos Linguísticos" dirigida pelo Profº. Doutor Paulo Osório.
John August de Castro Pereira Wolf

Se quisermos ouvir dizer bem de Portugal, ouçamos um estrangeiro; se quisermos ouvir dizer mal, ouçamos um noticiário feito por jornalistas portugueses.
E porquê?
Porque o estrangeiro compara Portugal com o que sucede lá fora, por esse mundo além, enquanto que o jornalista português se dedica a referir o negativo fronteiras adentro. E fá-lo para explorar a morbidez e a inveja tão acicatadas pelo discurso político de que tudo é devido a todos, de que tudo possuir é um «direito irreversível e inalienável das conquistas de Abril». E há impuros que se dedicam afanosamente à sonegação desse direito que devem ser publicamente denunciados, perseguidos e penalizados. Lembram os tempos da Inquisição, do Pelourinho, da denúncia por polícia política ou da higiene alimentar. Se se trata ou não de calúnias, isso é o que menos importa pois a Justiça foi posta em estado de hibernação e entretanto as audiências televisivas subiram e a publicidade pagou.
Mas haja esperança pois os nossos problemas têm solução.
Disso trata o PORTUGAL TRADUZIDO em que o Autor, John Wolf, formalmente americano, faz uma apreciação crítica da nossa sociedade onde ele próprio se integra há uma vintena de anos e levanta questões a trás de questões. Mas mais do que «levantar lebres», aponta caminhos para que nós próprios consigamos caçá-las e não seremos dois os portugueses de berço que faremos uma leitura igual de texto tão importante para todos os que queremos encontrar um rumo no desnorte a que temos sido votados.
E se a Moral é a questão dos princípios e a Ética é a dos factos, então o PORTUGAL TRADUZIDO é um livro eminentemente ético que deve ser lido com muita atenção porque não se lhe encontra uma palavra a mais nem outra a menos. Magro de adjectivos, dá para nos pôr a pensar por nós próprios, não nos impõe um raciocínio específico.
E se para nos analisarmos é fundamental dispormos de espelhos em que nos possamos mirar de corpo inteiro, melhor é quando o podemos fazer por ordem alfabética. Sim, o Autor percorre todo o alfabeto incluindo as antigas letras espúrias KWY dando-nos para cada uma delas um tema apropriado em que nos revemos «enfiando alguns barretes».
Este livro é uma realística crítica social que o Autor pincela às vezes com leves traços queirozianos mas nunca de forma jocosa. E se Eça de Queiroz foi um português que viveu no estrangeiro e nos viu de longe, o John Wolf é formalmente um estrangeiro que nos vê de perto. De tão perto que dá para nos esquecermos de que é americano. Mas nas críticas que nos tece está implícito um enorme gosto por tudo o que é português.
Leitura de grande utilidade para nos corrigirmos tão rapidamente quanto possível. E tentemos provocar aquela vaga de fundo que tarda para sublimação dos nossos males, não necessariamente pecaminosos mas certamente entorpecentes do desenvolvimento por que todos ansiamos.
Só me pergunto como terá o Autor em 20 escassos anos conseguido ver tanto do que nós não topámos em quase 850.
Livro a não perder por quem tem cabeça para algo mais do que para usar chapéu.
O que diz Richard Zimler
Portugal Traduzido oferece-nos uma perspectiva única sobre as realidades sociais, educacionais, fiscais e políticas do país. Ao pensar out of the box, Wolf consegue sugerir soluções inovadoras e surpreendentes para os problemas que ameaçam manter Portugal no seu atraso mental, cultural e económico.Richard Zimler, escritor
terça-feira, 10 de junho de 2008
Futura Biblioteca em Viqueque - Timor
segunda-feira, 9 de junho de 2008
John Wolf | Portugal Traduzido
1- De que trata este seu livro?
R- O livro representa um contributo para o processo de pensamento sobre a “condição portuguesa”, em nome do progresso e desenvolvimento nacionais. Procura, de uma forma directa e sem tabús, apelar à consciência nacional. Elenca vícios e virtudes que condicionam o pensamento e a acção em Portugal. Contudo, a obra representa apenas um “parágrafo” de uma narrativa muito maior e sempre inacabada. Cada indivíduo, quer o deseje ou não, é um “autor moral” das suas próprias ideias e movimentos, e o desfecho final será sempre colectivo...nessa medida, Portugal Traduzido, foi escrito pelo país, porque as reflexões ou consternações expressas são pertença de todos. Portugal Traduzido deseja estimular a introspecção sobre o actual e o passado para que o rumo ao futuro seja alcançado. Escrevi o livro porque tenho grandes expectativas em relação a Portugal.
2- Se pudesse resumir numa frase, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos leitores?
R- Não deixe que os outros pensem por si o país. Eu próprio incluído!
3-«Portugal Traduzido». Diga-nos palavras que traduzam Portugal em 2008.
R- Ilusão, Insuficiência, Traição, Desperdício, Ignorância, “Fézada”, Tristeza, “Neo-Saudade”, Arrogância, Desgraça, Esperança, Oportunidade, Sorte, Destino....Fado!
O que diz António Câmara, fundador da Ydreams




















