sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Aspectos Sócio-culturais do Vinho
... Todo o acto criativo exige duas condições: silêncio e solidão.Complementarmente conduz a dois tipos de encontros: com os livros essenciais e com determinadas pessoas... A ideia de beleza presente na mente dos artistas plásticos transparece na imensidão de obras de arte ... observados do ponto de vista profano ou religioso...É assim que o autor, Luís Falcão Fonseca, nos apresenta o seu novo livro, a sair para as bancas das livrarias brevemente.
A reinvenção do épico romântico

... Neste romance de capa e espada, ao estilo de Alexandre Dumas, a autora remete-nos à memória literária de uma geração à qual não pertence, mas que absorveu com perícia, talento e labor de pesquisa, para nos colocar perante a corte de Luís XIV, o Rei Sol, com o esplendor, o trágico e o clima intimidante de traições e intrigas palacianas que o romantismo construiu sobre esse período da história francesa. (…)
Por Amor a Luís XIV, é um romance para adolescentes porque remete para esse ponto de retorno e de formação dos imaginários essenciais. (…)
Este primeiro e notável romance de Tânia Xavier transporta-nos para os planos da aventura sem jogos de computador, sem play stacion, sem efeitos especiais; traz o lúdico à trela, os modos construtivos de efabular o histórico, as formas alquímicas e sedutoras da escrita em estado puro.
(…).
convite - Samora Correia
Teresa Soares
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Henrique Salles da Fonseca
Coordenadores da Colecção "Ponto e Virgula"

Maria João Cardona é docente da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém desde 1986. Entre outras funções já foi vice-presidente do Instituto e é presidente do conselho directivo da Escola desde 2006. Doutorada em Ciências da Educação, tem coordenado projectos e organizado publicações no âmbito da educação de infância e formação de professore/as. Foi Presidente da Associação de Profissionais de Educação de Infância (1996/2000) e do Grupo de Estudos de Educação de Infância (2002/2005). Actualmente coordena a equipa de consultores do projecto de reforma do ensino básico da República Democrática de S. Tomé e Príncipe, financiado pela Fundação C. Gulbenkian.
Madalena Teixeira
Madalena Teles Dias Teixeira (n.1969) desenvolve a sua actividade profissional no Instituto Politécnico de Santarém, na Escola Superior de Educação. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1994) e em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Católica Portuguesa, onde seguiu a via educacional (2000). É mestre em Educação, no ramo de Supervisão Pedagógica em Ensino do Português, pelo Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, com a dissertação Dos Estrangeirismos à Aula de Língua Materna (2004), e doutora em Linguística, no ramo de Linguística Aplicada, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com a dissertação A Entrada de Estrangeirismos na Língua Portuguesa. Contributos Para um Estudo Sociolinguístico (2007). É investigadora no Centro de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, integrando o projecto Linguagem, Cultura e Sociedade: Dimensões internacionais, sincrónicas e diacrónicas, no âmbito de um subprojecto intitulado Discursos Pós-Coloniais e a Construção da(s) Identidade(s). É membro da Associação Professores de Português e formadora de formadores. É autora de “A Importância da Aprendizagem da Linguagem Escrita”(2004); “Para uma Pedagogia do Erro” (2004); “Supervisão Pedagógica” (com colaboração com Elisabete Morais) (2004); “La Problemática de los prestamos lexicales en las lenguas” (2006) e organizou mais de uma dezena de encontros científicos. Proferiu dezenas comunicações, quer em Portugal, quer no estrangeiro.A entrada de Estrangeirismos na Língua Portuguesa, é o ´livro número dois da colecção " Sincronia e Diacronia: Colecção de Estudos Linguísticos" dirigida pelo Profº. Doutor Paulo Osório.
John August de Castro Pereira Wolf

Se quisermos ouvir dizer bem de Portugal, ouçamos um estrangeiro; se quisermos ouvir dizer mal, ouçamos um noticiário feito por jornalistas portugueses.
E porquê?
Porque o estrangeiro compara Portugal com o que sucede lá fora, por esse mundo além, enquanto que o jornalista português se dedica a referir o negativo fronteiras adentro. E fá-lo para explorar a morbidez e a inveja tão acicatadas pelo discurso político de que tudo é devido a todos, de que tudo possuir é um «direito irreversível e inalienável das conquistas de Abril». E há impuros que se dedicam afanosamente à sonegação desse direito que devem ser publicamente denunciados, perseguidos e penalizados. Lembram os tempos da Inquisição, do Pelourinho, da denúncia por polícia política ou da higiene alimentar. Se se trata ou não de calúnias, isso é o que menos importa pois a Justiça foi posta em estado de hibernação e entretanto as audiências televisivas subiram e a publicidade pagou.
Mas haja esperança pois os nossos problemas têm solução.
Disso trata o PORTUGAL TRADUZIDO em que o Autor, John Wolf, formalmente americano, faz uma apreciação crítica da nossa sociedade onde ele próprio se integra há uma vintena de anos e levanta questões a trás de questões. Mas mais do que «levantar lebres», aponta caminhos para que nós próprios consigamos caçá-las e não seremos dois os portugueses de berço que faremos uma leitura igual de texto tão importante para todos os que queremos encontrar um rumo no desnorte a que temos sido votados.
E se a Moral é a questão dos princípios e a Ética é a dos factos, então o PORTUGAL TRADUZIDO é um livro eminentemente ético que deve ser lido com muita atenção porque não se lhe encontra uma palavra a mais nem outra a menos. Magro de adjectivos, dá para nos pôr a pensar por nós próprios, não nos impõe um raciocínio específico.
E se para nos analisarmos é fundamental dispormos de espelhos em que nos possamos mirar de corpo inteiro, melhor é quando o podemos fazer por ordem alfabética. Sim, o Autor percorre todo o alfabeto incluindo as antigas letras espúrias KWY dando-nos para cada uma delas um tema apropriado em que nos revemos «enfiando alguns barretes».
Este livro é uma realística crítica social que o Autor pincela às vezes com leves traços queirozianos mas nunca de forma jocosa. E se Eça de Queiroz foi um português que viveu no estrangeiro e nos viu de longe, o John Wolf é formalmente um estrangeiro que nos vê de perto. De tão perto que dá para nos esquecermos de que é americano. Mas nas críticas que nos tece está implícito um enorme gosto por tudo o que é português.
Leitura de grande utilidade para nos corrigirmos tão rapidamente quanto possível. E tentemos provocar aquela vaga de fundo que tarda para sublimação dos nossos males, não necessariamente pecaminosos mas certamente entorpecentes do desenvolvimento por que todos ansiamos.
Só me pergunto como terá o Autor em 20 escassos anos conseguido ver tanto do que nós não topámos em quase 850.
Livro a não perder por quem tem cabeça para algo mais do que para usar chapéu.
O que diz Richard Zimler
Portugal Traduzido oferece-nos uma perspectiva única sobre as realidades sociais, educacionais, fiscais e políticas do país. Ao pensar out of the box, Wolf consegue sugerir soluções inovadoras e surpreendentes para os problemas que ameaçam manter Portugal no seu atraso mental, cultural e económico.Richard Zimler, escritor
terça-feira, 10 de junho de 2008
Futura Biblioteca em Viqueque - Timor
segunda-feira, 9 de junho de 2008
John Wolf | Portugal Traduzido
1- De que trata este seu livro?
R- O livro representa um contributo para o processo de pensamento sobre a “condição portuguesa”, em nome do progresso e desenvolvimento nacionais. Procura, de uma forma directa e sem tabús, apelar à consciência nacional. Elenca vícios e virtudes que condicionam o pensamento e a acção em Portugal. Contudo, a obra representa apenas um “parágrafo” de uma narrativa muito maior e sempre inacabada. Cada indivíduo, quer o deseje ou não, é um “autor moral” das suas próprias ideias e movimentos, e o desfecho final será sempre colectivo...nessa medida, Portugal Traduzido, foi escrito pelo país, porque as reflexões ou consternações expressas são pertença de todos. Portugal Traduzido deseja estimular a introspecção sobre o actual e o passado para que o rumo ao futuro seja alcançado. Escrevi o livro porque tenho grandes expectativas em relação a Portugal.
2- Se pudesse resumir numa frase, qual a principal ideia que espera conseguir transmitir aos leitores?
R- Não deixe que os outros pensem por si o país. Eu próprio incluído!
3-«Portugal Traduzido». Diga-nos palavras que traduzam Portugal em 2008.
R- Ilusão, Insuficiência, Traição, Desperdício, Ignorância, “Fézada”, Tristeza, “Neo-Saudade”, Arrogância, Desgraça, Esperança, Oportunidade, Sorte, Destino....Fado!
O que diz António Câmara, fundador da Ydreams

Portugal Traduzido, FNAC-COLOMBO
domingo, 8 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
MARCA - Associação de Desenvolvimento Local de Montemor
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Mulher desaparecida a sul
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Gabriela Funk e Matthias Funk
O Dicionário de Provérbios Portugueses, mais actualizado estará nas bancas brevemente, pedidos para edicoescosmos@iol.pt ou para encomendas@sodilivros.ptVive-se sempre o que se viveu - Francisco Prestes
domingo, 1 de junho de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Portugal Traduzido, FNAC-CHIADO
Está de parabéns o nosso autor John Wolf, pelo êxito alcançado ontem na apresentação nacional do seu livro " Portugal Traduzido" no espaço, Fnac - Chiado. Com uma brilhante comunicação o Professor Aurélio Lopes, enumera no livro, todas as consequências da passividade dos portugueses perante a perda de identidade e até mesmo da democracia efectiva, deixando para os normais provérbios a resolução da sua responsabilidade demitida.ICAN 2008
As Edições Cosmos, associam-se ao maior evento realizado até hoje no nosso país, sobre Romance Antigo, a realizar de 21 a 26 Julho de 2008, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Clic em cima para ampliar o cartaz - Ver mais em ttp://www.ican2008.ul.pt/ICAN2008_en/
domingo, 25 de maio de 2008
Foi assim em Vinhais

Aconteceu em Vinhais, mais uma apresentação do livro "Histórias de Escano e Soalheira" de Luís Vale. Aos Transmontanos presentes, foi mostrado o trabalho que reuniu um conjunto de episódios verídicos ou imaginados, que já fazem parte do nosso património oral e imaterial actualmente em irreversível perda, que não serão mais do que momentos dispersos no tempo e confinados à existência de uma pequena comunidade rural em terras de Trás-os-Montes, que julgamos da maior importância a sua conservação, como meio de análise antropológica, do nosso povo. sexta-feira, 16 de maio de 2008
Histórias de Escano e Soalheira

A Câmara Municipal de Vinhais, as Edições Cosmos, e o Dr. Luís Vale, autor do livro " Histórias de Escano e Soalheira" apresentam, sábado 17 de Maio, às 15 horas, na Casa da Música de Vinhas, o livro que nos fala das experiências que cada individuo guarda, em memória, nas pequenas comunidades rurais das terras de Trás-os-Montes.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Protocolo EDIÇÕES COSMOS/JNP-Joaquim Nicolau Produções
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Jaime Ferreira da Silva e Paulo Osório
Na presente obra de Jaime Ferreira da Silva e de Paulo Osório, torna-se em consideração todo o espaço de tempo da história da língua portuguesa, em Portugal, desde a romanização até ao português contemporâneo, tentando-se fazer jus aos princípios exarados na introdução e estabelecendo uma relação entre factores internos e externos da evolução da língua, para o que se recorre igualmente a princípios de Sociolinguística.O leitor recebe informação acerca do actual estado da investigação relativamente a todas as épocas ( incluindo bibliografias em língua alemã o que, lamentavelmente, hoje deixou de ser prática corrente, em Portugal) e, em especial, pelo que toca à evolução moderna da língua portuguesa, um acervo de informações sintetizando dados relevantes que não se encontram em outras obras.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Testemunho de Pedro Choy
Pedidos para edicoescosmos@iol.pt e também para encomendas@sodilivros.pt
Preço 17,50 euros já com iva incluído
Foto RTP
Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro

As Edições Cosmos, a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e o autor, António Modesto Navarro, apresentam o livro Mulher Desaparecida a Sul, no próximo dia 5 de Junho de 2008, às 18,30 horas.A apresentação do livro, estará a cargo do escritor, Domingos Lobo, Director da Colecção Nova Biblioteca Cosmos/Ficção Portuguesa.





















