quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A Idade da Sageza em Rioseco






Fotos do lançamento do livro A Idade da Sageza em Rioseco, de autoria de Maria do Céu Bouça Gomes. Com mágnifica apresentação do Profº. Doutor Paulo Osório, que apresentou de forma elucidativa o percurso da obra desde o romace Rioseco de Manuel Rui à vivência da autora pelas terras que a obra comtempla.


Também nas palavras do Profº. Mário Avelar, ficou expresso a necessidade da união cultural e linguística, entre os falantes da lingua portuguesa, salientando o grande contributo para tal, da obra agora apresentada pelas Edições Cosmos.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

A Idade da Sageza em Rioseco

Convite
Lançamento a 19 de Fevereiro 2008 às 18 horas - Instituto Camões - Lisboa

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

ESES- Santarém

Assinado o protocolo de edição entre as Edições Cosmos e a Escola Superior de Educação de Santarém, estão já agendadas a saída de dois exemplares, para esta parceria, que promete dar à estampa, obras de qualidade reconhecida, no campo académico.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Revoluções, Politica Externas e Politica de Defesa de Portugal

Já no prelo o próximo livro da Colecção Atena que estará nas livrarias no próximo mês de Março. Com a coordenação de João Marques de Almeida e Rui Ramos, é o número 23 desta excelente colecção.

O Tratado de Lisboa - Convite




domingo, 10 de fevereiro de 2008

As Drogas como Alvo



(...) Existem demasiadas ideias feitas, equívocos e enganos, sobretudo no campo político, sobre a verdadeira dimensão da marginalidade no campo das drogas: leis represivas, combate ao circuito produtor-consumidor, desintoxicação,etc.O sector politicamente correcto promove a mentira e esconde os factos (...)


in prefácio

sábado, 9 de fevereiro de 2008

BOLETÍN REDEM


O presente livro tem como objectivo fundamental sensibilizar pais, educadores e professores para a importância da leitura na formação da identidade das crianças, na activação do seu desenvolvimento psicossocial e simultâneamente na criação de hábitos de leitura. Assim nos diz a autora, Elsa Martins

BOLETÍN REDEM
Boletín Quincenal desarrollado por REDEM .

EKPHRASIS - O poeta no atelier do artista

... Ekphrasis - O poeta no atelier do artista desvenda a hospitalidade do poema face a discursos e/ou estratégias de representação próprias de outras artes, tendo como objecto a poesia anglo-americana, e o seu impacto num poema maior da língua portuguesa, Jorge de Sena, e os seus antecedentes clássicos.....



As edições Cosmos,dão à estampa o número 56 da Colecção " Cosmos Literatura " com o título Ekphrasis - O poeta no atelier do artista
À venda em todas as livrarias ou em edicoescosmos@iol.pt

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

PROTOCOLO


A APEAA - Associação Portuguesa de Estudos Anglo-Americanos e as Edições Cosmos fizeram um protocolo que permite aos seus associados (as) adquirir livros desta editora, com 20% de desconto, na sua Livraria online edicoescosmos@iol.pt

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Na Alma do Ribatejo

Na Alma do Ribatejo é o livro de apontamentos de uma viagem surpreedente numa região arrebatadora.Siga os trilhos de insólita bravura, sedução e engenho que dois repórtes descortinaram na intimidade ribatejana.
Fotografias deslumbrantes a ziguezaguiar pelas margens de rios numa descoberta da natureza imponent, com histórias e tradições marcantes, de lugares e gentes nos desafios de cansar e descansar corpos e espíritos.
De autoria de Joseph Marando e de Isabel Freire é um livro com a chancela de uma parceria importante entre o Casario Ribatejano - Associação do Turismo no Espaço Rural e as Edições Cosmos


terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

O Tratado de Lisboa

Convite
Lançamento a 23 de Fevereiro
às 18 horas
Fnac-Colombo

Este livro contém as versões consolidadas do Tratado da União Europeia e do Tratado que institui a Comunidade Europeia ( agora "Tratado sobre o funcionamento da União Europeia"), com as alterações dadas pelo Tratado de Lisboa, assinado a 13 de Dezembro de 2007.
Aqui se incluem também os protocolos e declarações anexas aos Tratados e ainda a Carta dos Direitos fundamentais, também anexa e ganhando o mesmo valor jurídico dos Tratados.
O texto que se apresenta corresponde a um trabalho de consolidação feito pelas autoras.
Uma obra importante para a plena cidadania.
Pedidos para edicoescosmos@iol.pt e encomendas@sodilivros.pt

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Bioética



A 12 de Fevereiro de 2008 pelas 15,30 horas o nosso autor, Artur Ramon de La Féria, apresentará o seu livro Bioética - Reflexões a propósito, na Comissão Parlamentar de Saúde, da Assembleia da República. Um livro que nos mostra a importância da discussão da saúde, da ética e do direito de cidadania, que teima em se manter tabú em Portugal.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

European Ichthyological Society Société Européenne d'Ichthyologie

European Ichthyological Society
Webpage: http://artedi.nrm.se/eis/
The European Ichthyological Society (EIS) is an international non-governmental organisation of scientists interested in ichthyology, aiming to promote original.
FISHES OF GUADIANA - WHAT FUTURE ?
GUIDE OF SPECIES LIVING IN PORTUGUESE (in Portuguese)
M.J. COLLARES-PEREIRA, A.F. FILIPE & L. MOREIRA DA COSTA
Edições COSMOS , 300 pp. with illustrations
ISBN: 978-972-762-290-0 (Price: 25€)
Apartado 82, 2140-909 Chamusca, Portugal; Phone: #351 243 559 280; Fax: #351 243 559 289; e-mail: edicoescosmos@iol.pt
For more information, please contact M.J. Collares-Pereira (e-mail: mjpereira@fc.ul.pt)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mulher desaparecida a sul

O Escritor Modesto Navarro, apresenta-nos um excelente romance, onde a intriga dos tempos modernos nos transporta para uma lucidez incómoda e para um silêncio que cala as injustiças "tens o rosto branco, mas a pele diferente". É por certo um livro que nos indica, que lá longe, muito longe, há sempre um lugar de esperança e crer, onde se pode perceber o essencial e onde acaba o desespero e há beleza num gesto mesmo antes de o ser. Em Mulher desaparecida a Sul, a leitura flui ávida e corre a preencher o nosso imaginário, dando a impressão que aqueles trilhos, já foram pisados por nós. As Edições Cosmos dão as boas vindas a este seu novo autor.


Em breve nas livrarias

domingo, 6 de janeiro de 2008

Livro " 20 Anos de Integração Europeia "

O Testemunho Português, José Medeiros Ferreira, Ernâni Lopes, Vítor Martins, Nuno Vitorino, José Paulouro das Neves, Jorge Braga de Macedo, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Francisco Seixas da Costa, Teresa Moura, Guilherme de Oliveira Martins, António Vitorino, Fernando Neves e a Coordenação de Nicolau Andresen Leitão.
____________________________________________
- As negociações - As negociações de adesão
- Os primeiros anos - Os fundos Europeus
- Maastricht - o tratado - A Mudança do regime cambial
- Acarta dos direitos Humanos - Os tratados Amesterdão e Nice
- Os alargamentos - O tratado Constitucional
- O testemunho Português - O futuro

JÁ nas livrarias, pedidos para edicoescosmos@ol.pt ou encomendas@sodilivros.pt

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A Idade da Sageza em Rioseco

Em todas as livrarias - Pedidos para edicoescosmos@iol.pt ou encomendas@sodilivros.pt

sábado, 15 de dezembro de 2007

As drogas como alvo

Já nas livrarias de todo o país - Pedidos para edicoescosmos@iol.pt ou encomendas@sodilivros.pt

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A Sagração da Primavera - Casa do Ribatejo



A propósito da apresentação do livro A Sagração da Primavera, de Aurélio Lopes, convidei o escritor Domingos Lobo, para fazer o elogio do mesmo, uma vez que é um grande conhecedor da obra do autor.


Mas para espanto da vasta plateia, ouvimos este excelente texto;


Pediu-me o Garrido que viesse hoje aqui perorar sobre o teu livro " A Sagração da Primavera". O certo é que não me apetece: estou em dia não, em crise de identidade, aziago à brava e não me apetece falar de primaveras quando o cinza invade tudo, semáforos, jardins, ruelas de fado vadio e penadas almas. O frio cacimbeiro deste Dezembro, entra pelas frechas do bestunto e o coitado, assim exposto às intempéries, às maleitas do solstício de Inverno, põe-se com rebeldias, vai-se ao tapete e nega-se à reflexão. Estou hoje como aquela personagem de uma peça do Tchekov a quem pediram para falar dos malefícios do tabaco e se pôs a falar da vidinha minguada e desinteressante, carregada de angústias existenciais sem o Sartre ainda saber da poda e ir lá pedir-lhe direitos de autor: nem o Pessoa, que andava por essas margens, mas se acomodava a beber aguardente e a construir duplos de si mesmo. E, depois, em Lisboa, minha pátria das memórias infantes a esboroar-se no desencanto de uma dívida grossa, não me apetece tecer loas ao Povo, aos seus ancestrais hábitos e costumes Estou como a Rainha do Círculo de Giz Caucasiano, do Brecht, que gostava muito do Povo "mas o cheiro"...


Os teus livros, Aurélio sobressaltam-nos, falam-nos das pedras, de bosta nos lagedos, casas de xisto e adobe, de bois mansos, de crenças e mezinhas, dos ciclos de fertilidade, de sementeiras e colheitas: estou noutra, meu.


Os espanhóis, os holandeses e franceses que mourejem para nos encher as bancas dos supermercados, o resto são desvarios de antropólogos e nisso, por deformação profissional, não meto prego nem estopa. Quero-me manso, com ressaca suave que seja sequer a do Vasco Pulido Valente ao meio-dia, e para histórias de avoengos temos o Sousa Tavares que produz tijolos literários à velocidade do som e dá, ao que consta, de comer a muitos famintos portugueses desempregados e na penúria. Deixa-te de tretas Aurélio, essa das Maias não pega, a única Maya fértil que conheço é a cartomante e serve-nos o ego à mesa com destino, dores de cotovelo, sorte ao jogo e aos amores ilícitos, e chave certa no euromilhões e vem na "Pública" aos domingos de recato e madorra; é quanto basta para se ser feliz.


Para o meu lado revolucionário e épico guardo as imagens do Maio/68; Paris a arder, o Povo aos gritos libertários com os poemas de Mao a tiracolo ( não existem revoluções felizes, como sabes) e palavras de ordem descabeladas e urgentes escritas nas paredes da Sorbonne. E lembro outros Maios, estes primeiros, vividos no Rossio fugindo ao trote das bestas da GNR, bestas tout court, é evidente. Está no currículo e serve para exibir nestas enrascadas.


Agora, falar das tuas Maias, é que não: terreno em que não me atrevo, sou doutro departamento: das claridades solares do Eugénio de Andrade, do estilo levado ao ínfimo do prodígio da língua do Herberto - deixo-te as cantigas de roda, os cantos e as danças que enchem os ciclos da vida, todos o sabemos, origens nossas é evidente, saberes e lúdico misturados, devoções e poderes com espírito santo a velar por nós pecadores e eu, como o Mário do Campo Grande, agnóstico e republicano, a ler-te os calhamaços, bodo aos pobres, festas em louvor de crenças avoengas e tolhedoras da modernidade tecnocrática e consumista, diria o nosso primeiro se a tanto se atrevesse na liça tecnológica que nos vai desgastando o corpito e, pior, a dissoluta alma que penada anda. Nem com os teus caretos, face ao caos que antevemos, lá vamos, caro Aurélio. Nem com trinta dotes, confinados a morgado, por muito célere que seja, do Casal do Ventoso. O Casal Ventoso que sabemos e nos dói à brava, traz o cavalo espetado na veia até ao estrebucho e já não vai lá com modinhas de roda. Estamos, neste istmo miserável da Europa, como os teus "judas": suspensos de cordas bambaleantes e moídos de dívidas e de défice.


Para antropologias bastam-me os romances do Aquilino. Não vou por aí, meu caro, como escrevia o Régio. Nessa teia não me envolvo, é chão demais para inseguros pés. Imagino-te, a penantes, gravador a tiracolo, máquina fotográfica e livralhada congénere a calcorrear montes e vales, a ouvir velhas desdentadas cantando em agudo eslavo cantigas de crenças e de trabalho, que paciência de Job, meu caro, ou de Chinês que está mais à mão e é mais em conta, armado em Giacometti, mas com estilo, convenhamos, no Covão do Coelho, na aldeia da Glória, nas fraldas esquecidas de Trás-os-Montes, a broa e jeropiga, a perderes-te em solstícios e brumas, chás pró quebranto e mau-olhado, padre Fontes telúrico entre bruxas e lobisomens. Não dá com o nosso tempo, meu caro: somos da Baixa-Chiado, de torradinhas na Bénard, café na Brasileira, má-língua na Versailles, compras nas mercearias do engenheiro Belmiro e para as folgas do intelecto, temos as Fnac que nos cheiram a Sena e a Champ's Elisée. Os teus livros têm demasiado povo dentro, demasiado mundo nosso que queremos esquecer, como Pessoa também queria. Mas tu não deixas, teimas em invadir o nosso espaço com os ritos ancestrais da subversão, com a tradição portuguesa, coisa em desuso como sabemos: a ASAE anda aí a fechar-nos a tradição por todas as esquinas, para que a nossa tripa não rebente de sebo, dobrada com feijão branco em tascas manhosas, gravanços com bacalhau, repolhuda com mão de vaca e ginginha com elas. Enterramos o Entrudo: sem lágrimas e sem revolta. Falta-nos o O'Neill para pôr isto a jeito e enterrado nos sábados do nosso descontentamento e do nosso caos colectivo e nem uma gaivota cega voa nos deserdados e esquecidos céus de Lisboa. Qual Primavera, meu velho, qual Sagração. Aúnica que sabemos é a do Stravinsky, sentadinhos nas poltronas da Gulbenkian, ou no CCB, com o olhar vagamente enfastiado, tossindo à brava para disfarçar o desconforto, à procura de perceber aquilo, aquelas dissonâncias que levaram os broncos parisienses, em 1933, à pateada furiosa e agora nos amansam de reverência e prostação conformada, e as danças a que vamos são as da Pina Bausch, embora não percebamos patavina da simbologia implícita na desordem dos movimentos: mais fácil ao nosso olhar vadio, porque nos rói no sangue, as danças do teu Rancho de Covão do Coelho, com seus pressupostos identitários, com o cântico da terra à ilharga.


Às tuas metáforas do simbólico, do sagrado e do lúdico, contraponho a imaginação ultramontana de outros rios e gentes e queria ver-te, fatinho de caqui colonial, em busca de solstícios em "terra onde não há Primavera nem Outono, é tudo um sol em brasa", como escreveu Carlos Tê, entrando em musseques, nas casas de zinco do bairro Samba, a falar quimbundo com as pretas, quimbundo aprendido nos livros de Luandino Vieira que só ele e o Zeferino Coelho entendem, e a quitandeira da esquina, ou o pretoguês do Mia Couto, e extraíres da rezinga crioula cantigas de louvor e fertilidade.


Do teu mundo, dessa magia que anda à solta em milhares de páginas dos teus livros, sei apenas dos meus tempos de férias nas beiras do botas, ali ao rés do Dão, região demarcada de ditadores pacóvios, vinho e pão de milho: regressava de lá com a boca carregada de esses beatos e os putos da Escola do Arco do Cego rebolavam-se de gozo. Sei das minhas passeatas pela Serra de Arada, entre aldeias abandonadas, uma das quais com ressonâncias bárbaras Drave, os homens tinham fugido a salto para França e só as mulheres loucas restavam no meio do casario de xisto e sombras. Por lá ainda existem resquícios de altares pagãos, rusticidades urdidas no xisto e inscrições em lápides dos mortos eternos: " Que eu veja uma nova Terra e um novo Céu". Do fundo do vale ouviam-se gritos de mulheres doidas misturados com o tinir dos chocalhos. Não eram gritos de aflição nem de chamamento, apenas gritos "Uuuuuuuh!Uuuuuuu!. De repente, vinda do nada, uma mulher sozinha, que devia ter mais de 60 anos. Pensei, assustado, que fosse ela que gritava, mas não era. Perguntei-lhe que gritos eram aqueles e ela respondeu-me com a maior das naturalidades:"É uma pastora, está a gritar para manter os lobos afastados do seu rebanho". Agora, neste áís, por muito que gritemos, os lobos não nos largam: ferram-nos o dente até ao tutano - é a vida, como dizia o da Opus Dei.


Mundos nossos, Aurélio, que tu abarcas como poucos para tentares manter viva esta ideia perene de que um povo se constrói a partir do seu mais fundo chão. Mas nós, nesta urgência suicida de escreviver, vamos à vidinha e, desapossados das ferramentas essenciais, tropeçamos na montra da nossa ignorância e vamos definhando sem honra nem glória.


A Snu Abecassis dizia, ou alguém por ela, que nós só sairíamos do retábulo do nosso século XVI, quando a Europa nos entrasse casa dentro. A Snu vinha da Europa loira e liofilizada, onde não se cospe no chão nem os homens apertam, de cinco em cinco minutos, as partes, receosos de que a virilidade se ausente para outras paragens, onde não há cantos de trabalho, nem procissões, nem bodo aos pobres, nem crenças no Espírito Santo e na Redenção. Pois é, a Europa está aí já, em força, e nós continuamos calaceiros, medrosos do futuro e Chico-espertos. Não saímos do retábulo fadista, desgraçado e nevoento do nosso século XVI. E a culpa é tua que teimas em atirar-nos à cara com a carga ancestral e luminosa das nossas raízes e nós, canhestros, não sabemos pegar nessa bagagem cultural única e intransmissível, para nos afirmarmos como Povo singular, engenhoso, orgulhoso e nobre. Tardamos, meu amigo. Tardamos.


É verdade, não se esqueçam que o tabaco mata.


Foto Jornal O MIRANTE

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Por Amor a Luís XIV

Novo livro da Zaina Editores

Biblioteca Cosmos

A Biblioteca Cosmos, é sem dúvida, um conjunto de obras, que marcará para sempre o panorama da literatura em Portugal. A mostrá-lo está o constante interesse que vem sido mantido ao longo dos tempos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

convite Casa do Ribatejo


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Lançamento na Fnac-Colombo

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domingo, 2 de dezembro de 2007

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Carta Arqueológica do Cabo Espichel

Os estudos de arqueologia são, actualmente, um meio muito importante para o conhecimento da cultura e da história de uma dada região. Torna-se portanto necessária uma maior cooperação entre o poder local e as instituições de pesquisa arqueológica, de forma a melhor valorizar e proteger o património local e mobilizar as populações para esta questão.....

sábado, 24 de novembro de 2007

Apresentação na Casa do Ribatejo

As Edições Cosmos, têm o prazer de convidar V. Exa. para a apresentação de 3 livros, quinta-feira, 6 de Dezembro, na Casa do Ribatejo, em Lisboa às 19,30 horas

A Sagração da Primavera - Terra, ovo da vida, fecundada pela chuva, germinada pelo sol que sobre ela derrama os seus benfazejos e fertilizantes raios.
Mãe de todas as criaturas que sobre si se movimentam e alimentam. Desde o começo uma fonte inesgotável de existências, que se revelam em ciclos sucessivos e intermináveis.
- Autor Aurélio Lopes
A apresentação será feita pelo escritor Dr.Domingos Lobo e pelo Dr. Adriano Botas Castanho.

Isabel Pulquério, é uma poetisa de delicada sensibilidade e cultura.Elegicamente ligada à natureza, com um impressionante caudal de metáforas, que de livro em livro se vai renovando, atingindo neste seu Horas do Tempo um domínio raro de prosódia e de ritmo.

Autora: Isabel Pulquério
Ilustrações: Malangatana - Prefácio: Alice Vieira
Os dois livros de Isabel Pulquério serão apresentados pelo Prof. Doutor Fernando Pinto do Amaral e terá a leitura de poemas pela declamadora Andreia Pinheiro

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Lançamento do livro Ler Sophia de Mello Brayner

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quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Ainda o Lançamento em Lamego


A grande cultura: um jantar em Lamego!...
Como consta de posts anteriores, o 4R foi a Lamego apresentar o livro editado a partir do blog. E os autores aproveitaram para conhecer melhor a bonita cidade, terra de gente fidalga, afável e alegre, terra antiga que preserva os seus monumentos e tradições, mas simultaneamente aberta à modernidade. Entre as tradições, as máscaras de Lazarim, e a Queima do Judas em Lalim, mantêm-se como forma expressiva de uma cultura enraizada e fortemente popular.

Mas hoje vou abordar a tradição da boa comida e da boa bebida das terras de Lamego, bem expressa no suculento jantar que tivemos ocasião de saborear no Restaurante Turisserra, em plena Serra das Meadas, e em que a vista esplendorosa para a Régua foi ofuscada pela plena atracção dos sentidos pelos pratos que desfilavam numa refeição memorável, sob o comando do chefe Evaristo. Um jantar para recordar e de comer e chorar por mais.

Lá esteve muito do esplendor da culinária lamecense. Para aperitivar, um excelente presunto local, umas alheiras confeccionadas a preceito, uns torresmos apetitosos e sobretudo umas feijocas acompanhadas de chouriço, morcela, toucinho e outras excelsas variedade de carne de porco que, em boa hora, podiam ser receitadas por qualquer médico que se preze, em substituição de um qualquer medicamento para assegurar uma boa digestão!... Claro que tudo era acompanhado por belos pedaços da bola de Lamego e por um vinho que sublimava o gosto e o sabor dos alimentos. A seguir, o cabrito assado no forno, bem tostado e estaladiço que, acompanhado por umas batatinhas louras, umas couves salteadas e um tinto bem encorpado, formou um todo de esplendorosa harmonia. Depois do apetitoso leite-creme da sobremesa e do café, os brindes com espumante da região. Entre os quais o voto solene de se editar um livro por trimestre, para ser apresentado em Lamego, como justificação de renovados jantares!...
Acabou tarde o repasto. Pouco tempo mediou entre o levantar da mesa e a subida para a cama. Mas da uma da manhã, até ás nove, hora de levantar, que o programa continuava, foi um repouso absoluto e um verdadeiro sono dos justos!...

posted by Pinho Cardão - Blog 4R - Quarta República

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Lamego

A propósito do lançamento do livro 4R-Quarta República, as Edições Cosmos, visitaram a bonita cidade de Lamego. Aqui fica expresso o nosso sentido agradecimento aos Lamecenses que tão bem nos receberam e incentivaram a olhar o mundo de forma positiva. Esperamos voltar com novas iniciativas.

A Pré-História do Espichel


domingo, 18 de novembro de 2007

20 Anos de Integração Europeia - Convite



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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Lamego e a 4R - Quarta República

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segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Convite Fnac- Cascais


domingo, 11 de novembro de 2007

Lançamento no Porto















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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Prémio de Ensaio Literário






Entrega de trabalhos até
31 de Janeiro de 2008

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pedidos dos últimos exemplares da 2ª edição para edicoescosmos@iol.pt ou para encomendas@sodilivros.pt

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

A Escola Sensível e Transformacionista

Já está à venda a 2ª edição, revista e actualizada do livro " A Escola Sensível e Transformacionista" de autoria de Luís Marques Barbosa. É um dos dez livros já publicados pelas Edições Cosmos, na colecção Análise da Acção Educativa.

. 1 - Factores de Constrangimento nas Práticas Educativas no Jardim de Infância - Felícia Gameiro.

  1. Nº. 2 - A Problemática dos Institutos Politécnicos à luz das novas teorias de gestão - Agostinho Inácio Bucha.
  2. Nº. 3 - Gestão das Organizações Escolares. Liderança Escolar e Clima de Trabalho. Um Estudo Caso. Maria Helena A. Revez
  3. Nº. 4 - A Escola Sensível e Transformacionista.
  4. Nº. 5 - Caracterizar a Acção Educativa para Ensinar a partir do Aluno. Carla Pereira
  5. Nº. 6 - A Escola como Observatório de Necessidades. Educativas dos Alunos e dos Professores. José M. Freire
  6. Nº. 7 - A Escola em parceria. Alunos, Enfermeiros e Professores. Carmen Andrade.
  7. Nº. 8 - Desporto Escolar: que Realidade. João Marreiros
  8. Nº. 9º. - Educação de Infância - Formação e Desenvolvimento Profissional. Maria João Cardona.
  9. 10º. - Ler Sophia de Mello Andresen no contexto educativo. Elsa Martins